Posts Tagged ‘Roberto Lima’

Koni Store: este é o nome de uma rede de lanchonetes que servem apenas temakis. A idéia é bem interessante e, o melhor, custa pouco. Trata-se da nova modinha do Rio e fica aberta de madrugada. Os cariocas têm adorado sair da night e dar uma passadinha lá. Eu, Nilton Jr e Lucia Nobre (os dois últimos são cariocas) fomos lá. Fui conhecer as combinações, uma vez que os dois cariocas já são habitués do local, que tem lojas espalhadas pelo Rio e franquias em Salvador e Brasília.

Pedimos tempurá de camarão (R$ 8,50), salmão e shitake (R$ 8,50) e camarão (R$ 8). O bacana é que dá pra fazer umas alterações, tipo acrescentar cream cheese ou flocos de arroz, por apenas R$ 0,75. O preço é bem legal e as combinações também.

Já pensou em konis doces? Lá tem e são servidos em casquinha, típica daquela de sorvete. Jesus, o que é aquilo? Uma delícia !
 
Serviço
Koni
R. Maria Quitéria, 77, Ipanema, Rio de Janeiro – RJ
Tel. 21-2521 9348
http://www.konistore.com.br

Roberto Lima

Obs. do editor: Bob! TEMAKI DOCE NÃO! TEMAKI DOCE É O FIM!

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Tipo Viena, mas é bem melhor! Aqui em BH tem um restaurante, o Graciliano, que provavelmente deve virar uma grande rede muy em breve – por enquanto só tem três e eu fui no do Belvedere, porque IEU SÔ CHIQUE, BENHÊ.

Tem café da manhã – que todo mundo fala bem, a Natália Dornellas recomendou e tudo – e almoço. Fui no almoço com o Roberto. Bem bom: tem MUUUITA variedade, do mexidão típico ao peixe, passando pelo sushi e por uma variedade ótima de salada. Tinha até uma pêra, acho que ao vinho.

O mais gostoso são as garrafinhas de sucos – o do Bob acho que era morango com alguma coisa, e o meu era o exótico limão com manjericão. Tipo tempero, né, gente? Eu adorei, mas faz cócegas na garganta. Sério.

Bom, o almoço não sai tão barato – para o buffet livre eles cobram R$ 30 e lá vai pedra. Mas existe a opção de comer por quilo. Eu, que normalmente gasto R$ 14 em quilo de São Paulo, por aí, fechei minha conta em exatos R$ 18,73, com o suco, sem sobremesa. Bom, né? Eu achei.

Acho que com isso eu encerro minhas experiências gastronômicas em Belo Horizonte – POR ORA. Afinal, tenho um bom motivo para voltar… PRONTO,FALEI.

Serviço
Graciliano
Av. Luiz Paulo Franco, 721, Belvedere, Belo Horizonte – MG.
Tel. 31-3286 8505

Jorge Wakabara

Demos sorte: o Minas Trend Preview aconteceu bem no momento da eleição do concurso Comida de Boteco, que aqui em BH é muito mais tradicional do que o Boteco Bohemia em São Paulo – pelo menos foi essa a impressão que tive.

Visitamos o Temático – apesar do nome, não, o bar não é gay HAHAHAHA! O legal do Comida de Boteco é que os pratos que concorreram nos anos anteriores continuam no cardápio. Por exemplo: o Gabriel e o Ricardo decidiram pedir a porção que está concorrendo em 2008 – rabada. Eu, o Rodolfo e o Roberto pedimos um “combinado” que concorreu em, não me lembro exatamente, mas acho que era 2003. Legal, né?!

Vamos aos fatos: o Temático não é um boteco de comida mineira. Pois é, eu sei, isso é bizarro, mas o Temático vende comida… baiana! A porção que comi com os meninos chama-se Lampião, Maria Bonita e Cangaceiros – ah, que lindo – e vem com carne de sol, queijo coalho, feijão de corda (Yummy! Temperadíssimo!), macaxeira e manteiga de garrafa. Se dividir por três é para petiscar mesmo, porque não é tão grande assim – acho que o ideal é por dois.

Mas o prato que está concorrendo esse ano e que Ricardo e Gabriel degustaram é a grande atração. Chama-se Com a mão no rabo doce (oi???) e trata-se de rabada assada no bafo por seis horas – sim, amiguinhos, eu disse SEIS HORAS – com batata doce, cebola, rabanete e agrião.

Não pára por aí. Tem toda uma técnica para comer a rabada. Eles dão uma luvinha de plástico para você usar na mão esquerda porque a porção deve ser comida com a mão.
E por que a mão esquerda?
Porque com a direita você vai beber cerveja, ORAS.

Eu experimentei a rabada, mas não sou muito fã, então não sirvo de parâmetro. Mas o Ricardo e o Gabriel gostaram tanto que comeram DUAS PORÇÕES!

Preço: em média, as porções de lá custam R$ 21, R$ 22. Eu gastei R$ 11 porque dividi a porção em três e a gente não bebeu muito. Mas confesso, dá vontade de comer tudo.

Serviço
Bar Temático
R. Perite, 187, Santa Tereza, atrás do Mercado Santa Tereza, Belo Horizonte – MG.
Tel. 31-3463 7852

Jorge Wakabara

Começa a temporada mineira do PobreTambémCome – meio atrasada, eu sei, mas é que internet aqui é meio rara e eu arrumei um peguete ótimo, então não enche.

Para quem não sabe, estou em BH por causa do Minas Trend Preview. E, para quem não sabe também, a comida mineira é engordativa e, como tudo que engorda, é maravilhosa.

Como o Gabriel é mineiro, ele está meio que servindo de anfitrião para nós – e nos levou em locais legais, sim, faça-se justiça! O primeiro foi o Maria de Lourdes Botequim, que vende um chopp caseiro – cujo slogan, por sinal, serve de título para esse post.

O chopp Krug é totosinho – cremoso, e segundo o Bob é “muithso lééévi” – ele disse isso enrolando a língua e tentando provar para nós que chopp “não dá nada”. Sei.

Bom, o chopp é bom mas a gente veio aqui para beber ou pra comer? Peça a porção de carne de panela, vem com um molhinho delícia e pãozinho para molhar!!! HUUUMMMM, MA OE! Também pedimos uma porção de pastel de aipim com recheio de carne – acho que era isso. Então, para nós paulistas isso se chama RISOLES. Mas tudo bem, a gente respeita a lingüística de cada um.

Bom, resultado: bebemos mega, comemos bem e a conta deu R$ 25 for each (quatro pessoas). O bar é do tipo simpático-Vila-Madalena-limpinha, mas não chega a ser um “picanha na calçada”. Portanto, recomendamos.

Serviço
Maria de Lourdes Botequim
R. Barbara Heliodora, 141, Lourdes, Belo Horizonte – MG.
Tel. 31-3292 6905

Jorge Wakabara

Existe de um tudo nessa vida. Inclusive, existe restaurante sueco em Fortaleza.

Oi? Heim?

É, meu bem. Eu disse sueco. O Pinguim Bar, que fica na região da Praia de Iracema, vende legítimos (e esquisitos) pratos suecos. E claro que eu ia deixar para comentar sobre ele quando já tivesse comentado todas as minhas sugestões para comer em Fortaleza, né?! Tipo save the best for last. Mesmo porque o Pinguim foi o último restaurante que eu visitei nessa minha estadia – para quem não acompanhou e não sabe, estive em Fortaleza cobrindo o evento de moda Dragão Fashion.

Voltando ao Pinguim: lá, existe um clima “varandão” com algumas cadeiras e mesas de vime, e outras mais “cara de restaurante”. Fui com o Roberto – que não se aventurou a comer – e pedi um Pepperbeef. Trata-se de um bifão enorme com umas batatas sauté (é assim que escreve?). Por cima do bife, um molho rosinha bem apimentado – acho que era pimenta do reino, mesmo, tinha o maior gostão forte.

Ou seja, dá para dividir em dois (deixei metade) e custa R$ 22. Mas-porém-todavia-contudo o prato que eu não tive coragem de experimentar mas que você deveria ter é o PANKOKA.

No Pankoka eles simplesmente misturam bacon, sorvete e blábar. Pois é, você já estava achando estranho comer sorvete com bacon, mas isso é porque você não sabe o que é o tal do blábar. Eu pedi uma colherada para experimentar. Parece uma geléia feita com alguma fruta (tem gosto de amora), bem docinha.
COM BACON! DIGA AÍ SE NÃO É ESQUISITO?!

A fofa do Pinguim também me deu outro negócio docinho para experimentar que chamava… Conchinchinlinch? Chanclich? Clinchclinchclonch? Sei lá, gente, era uma coisa com nome bizarrinho – não vi no cardápio – e gosto bem igual ao do báblar, feita com outra frutinha megaparecida com amora, e que provavelmente também é servida com sorvete e BACON!

(procurei por blábar na internet, parece que é megatradicional na Suécia e que eles tomam uma sopa de blábar tipo os paraenses comem açaí)

Para quem ficou interessado na Pankoka, a versão menor custa R$ 5. Da próxima vez eu juro que experimento. Ah: e acho que no Pinguim também deve ser supergostoso tomar uma cervejinha.

Serviço
Pinguim Bar
Av. Monsenhor Tabosa, 1137, Praia de Iracema, Fortaleza – CE.

Jorge Wakabara

Continuando a saga “PobreTambémComeAtéEmFortaleza” – aliás, esse assunto vai render, viu? Fui em vários lugares legais por aqui.

Roberto (o meu novo Bob, porque o velho está muito ausente trabalhando no West Side Story e o novo é muito mais chic e é brasiliense) – CONTINUANDO, o Roberto nos apresentou a Balu. É uma doceria bem bacana, não muito barata mas gostosinha de ir tomar um café e comer um doce, tipo a Brunella era no fim dos anos 80, sabe?

Roberto em si pagou R$ 15 por um pastel, um bolinho, um refrigerante e um bolo. Os bolos, aliás, são bem gostosos e a porção vem generosa – a atendente que decide o tamanho do seu pedaço e se você não quiser comer tanto o problema é seu, meu amigo, se vira.

A gente também ficou namorando um bolinho com um camarãozaço empanado que tinha por lá. Mas acho que ninguém chegou a se aventurar e realmente comer.

Serviço
Balu Doces
(não sei se fui na matriz ou na filial e não dá para reconhecer nas fotos do site, vou dar o endereço da matriz)
R. Padre Antonio Tomás, 2133, Aldeota, Fortaleza – CE.
Tel. 85-261 7779
www.baludoces.com.br

Jorge Wakabara

De Fortaleza – que, como a Briza disse… “Não tem fortaleza em Fortaleza?”. Risos.

Pois é, Briza, não tem fortaleza mas tem um peixe maravilhoso. O Sirigaddo Country, descoberta de Ricardo Gomes, fica em Aldeota – mas, caso Ricardo te convide para ir a pé, não acredite que é perto do hotel. O preço não é tão bom para os locais, mas para quem é de São Paulo o negócio enche os olhos – e a boca de água, e o estômago de comida boa. Estávamos em seis ogrinhos comilões (Osvaldo, Ricardo, o outro Ricardo, Roberto, Luis e eu) e pedimos um peixe com leite de coco e coentro di-vi-no, um peixe grelhado que vem com uns molhinhos gostosos (alcaparra, ervas etc.) e uma porção extra de arroz. Deu super: pagamos R$ 26 com bebida (cerveja, caipirinha, refrigerante).

Eu devo confessar que peixe não é muito a minha praia, mas comer peixe em cidade litorânea é bem diferente. Tô me esbaldando. Se você for em menos pessoas (quatro, por exemplo), o mais imperdível é mesmo o peixe com leite de coco, que virou hype entre os jornalistas de imprensa nacional que estão cobrindo o Dragão Fashion!

Serviço
Sirigaddo Country (que nominho, né?)
Av. Barão de Studart, 825, Aldeota, Fortaleza – CE.
Tel. 85-3261 7272

Jorge Wakabara

Esse blog é muito bom, gente. Esse blog faz TURISMO. Estamos falando diretamente do Ceará, onde yo estoy cobrindo o Dragão Fashion Brasil 2008. Que beleza, essa vida de jornalista, não?

Beleza nada – tô trabalhando que nem um peão desgraçado.

Mas tudo bem. Aqui se come muito bem por pouquíssimo, e se come coisas que não se encontra no sudeste tão facilmente: quer dizer… CAMARÃO E PEIXE. Logo que chegamos fomos nos aventurar pela Av. Monsenhor Tabosa, que é uma espécie de José Paulino daqui. E encontramos o Pankeka’s – um lugar supersimples com uns pratos de tempero ultragostoso. Comi carne de sol (é o vício) com baião de dois – é um prato executivo servido no almoço. Na verdade dava até para duas pessoas, e custa a bagatela de… R$ 9,99! Eu disse NOVE E NOVENTA E NOVE. Ju e Paula comeram frango grelhado e disseram que também estava gostoso (R$ 7,99). Os meninos (Roberto, Fredy e Luis – esqueci alguém?) se jogaram no camarão e gastaram um pouco mais, mas bobagem.

Fica aberto até meia-noite e… tchananan! Tem delivery! Eba!

Obs.: eu não sei se os preços daqui costumam ser mais baratos que isso. Portanto, os restaurantes sobre os quais falarei de Fortaleza são para pobres de São Paulo, OK? Mas os cearenses que quiserem colaborar – fiquem à vontade, a casa é pobre mas é limpinha.
Obs. 2: Agora que eu percebi que ninguém experimentou a panqueca do Pankeka’s…

Serviço
Pankeka’s
Av. Monsenhor Tabosa, 1613, Meireles, Fortaleza – CE.
Tel. 85-3248 0296

Jorge Wakabara

Ainda em Brasília – e agora a dica é exótica. Sabe o Gilberto Salomão? Antes ele era o point da juventude candanga. Não é mais – mas ainda tem lojas bem bacanas por lá. E também tem o Isis Café Empório.

O restaurante é árabe e beeem gostoso. Tem pratos baratinhos, tipo R$ 12. Fui com o Roberto e o Ricardo, dois jornalistas que também estão cobrindo o CFW, então experimentamos três pratos diferentes – cada um pediu um e fizemos um “rodízio”, dando uma bicada de cada. Foi ótimo e recomendo que vocês façam o mesmo – o cordeiro tava com um tempero gostosíssimo – o Ricardo, que cozinha portanto entende mais do que eu dessas coisas, elogiou – e o filé mignon também tava bem bom. A kafta eu achei muito seca. E o destaque: A PIMENTA BIQUINHO. Tô apaixonado pela pimenta biquinho. Quero pimenta biquinho todo dia. Gente, PIMENTA BIQUINHO É O NOVO PETIT GATEAU.

Além de ter comida legal, adorei a decoração do local: as cadeiras são de junco pintado de branco, as mesas tem uns desenhos, tudo bem típico mas parece também bem autêntico – não é cenografia, só vendo para entender.

Eu sei que essa sugestão sai um pouco do nosso contexto – é em uma espécie de shopping, mas achei o lugar tão interessante que decidi incluir aqui.

Obs.: esqueci de experimentar a esfiha. Desculpa aí, heim?

Serviço
Isis Café Empório
Centro Comercial Gilberto Salomão – QI 5, Lago Sul, Brasília – DF.

Jorge Wakabara