Posts Tagged ‘pimenta’

Dica para dia que cai pagamento e você está afim de dizer “eu mereço comer bem” – porque antes de tudo, queridos leitores, nós mesmos, já diria Dra Vodca. Para comemorar os 20 anos do bistrô Charlô, o chef preparou dois menus com as 16 melhores receitas de todos os tempos. De 04 de julho a 30 de agosto, pratos que fizeram sucesso nos anos 90. Em setembro e outubro, os destaques do ano 2000. 

Tá, não é barato (mas abaixo tem o que foi selecionado e os preços), mas vale a pena. Não sei se tem ainda, mas quando eu trabalhava na RG (Há dois anos, já, gente?! Credo…), o restô tinha um cardápio mais barato para o almoço, tipo uns R$ 40… e valia muito a pena. O ambiente, o atendimento… essas coisas de gente fiiiiiiiina!

Olha aí:
Menu anos 90
Salada de pato com brie e pinollis, R$ 24
Pudim de queijo meia cura, R$ 22
Penne com endívias, presunto cru e tomate seco, R$ 34
Camarão com molho gruyère e risoto de espinafre, R$ 80
Vitela recheada com alecrim e damasco, R$ 36
Folhado de coco, R$ 16
Pêra recheada com chocolate e pistache, R$ 14

Menu anos 2000
Gaspacho com guacamole, R$ 24
Rolinho de atum e wasabi, R$ 25
Magret de pato com molho de jabuticaba, R$ 43
Robalo com crosta de castanha do Pará e arroz créole, R$ 52
Medalhão com molho de três pimentas e batata dauphine, R$ 39
Zabaglione ao champagne, R$ 16
Tarte Tatin de manga e gengibre, R$ 16

Serviço
Bistrô Charlô
Rua Barão de Capanema, 440, Jardins, São Paulo – SP.
Tel. 11-3082 5553

Maíra Goldschmidt

Sabe aquele monte de restaurante carérrimo da R. Amauri – o único lugar de São Paulo onde a quantidade de valets é maior que a quantidade de gente? Pois bem, eu sempre tive um ÓDEO de trabalhar ali (o prédio do iG fica na frente da pracinha), porque sabia que estava rodeado de comida gostosa que eu NÃO POSSO PAGAR.

Mas hoje uma saída para almoçar com meu caro Raul (mais conhecido entre os fãs de futebol como o INIGUALÁVEL BETO MITO) me mostrou que quem não tem Amauri caça com João Cachoeira, querido leitor. Que sucesso! E eu, que sempre ia no Cachoeira Tropical, bem humilde (o vegê de R$ 13), nem sabia que um quarteirão antes existia um MUNDO DE RESTAURANTES! Só de passar o olho: um árabe, um espanhol e um… goiano!

Fomos ao Don Mariano, um restaurante de comida espanhola – huuum, que chiquê. Tá com cara de caro, né? Mas não é. Eles possuem almoços executivos com três opções diferentes de pratos principais – o de quinta-feira era filé mignon ao molho madeira, picanha argentina com vinagrete ou bacalhau. O executivo inclui SALADA e SOBREMESAAA (salada de frutas ou um mousse de chocolate bem gostosinho).

Chuta o preço de tudo isso.

R$ 16,55. Eu disse R$ 16,55. Sim, amigos: inclusive o de bacalhau é R$ 16,55.

A nossa conta deu um pouco mais cara porque não resistimos e tivemos que comer uma porção de mini-empanada. Pedimos metade de roqueford e metade de carne picante, as duas bem gostosas. R$ 10,70 – é bom para tira-gosto, se não está com muita fome. No site tem os sabores das empanadas normais, elas custam em média R$ 4 – não experimentei, mas se a mini-empanada é boa a grande é capaz de ser também, né?

O serviço é bem atencioso e, qüende, o couvert de pãozinho e manteiga é de graça!!! Impossível não engordar três quilos.

Outra hora me aventuro nas outras opções dessa rua que, para mim, é um NOVO PARAÍSO. Ai, pobre se contenta com qualquer coisa, né?

Serviço
Don Mariano
R. João Cachoeira, 178, Itaim, São Paulo – SP.
Tel. 11-3079 5964
www.donmariano.com.br

Jorge Wakabara

Saca a situação: estava na terapia, falando exatamente da minha compulsão por comida pouco nutritiva e cara, e já pensando no almoço marcado nas proximidades de um Mc Donald’s. A terapia acabou, o almoço miou, e eu estava ali, no meio de Pinheiros, doida para atacar um Hamburguinho, ou até mesmo seguir a dica da Fafá e ir no Sinhá.

Após um raio de consciência, olhei do outro lado da rua e vi a deidade: Divino Bar e Grelhados. Embora eu freqüente semanalmente aquela área, esse era um lugar que nunca tinha me chamado a atenção. Mas, enfim, entrei e decidi provar.

Já de cara, um garçom passou e me ofereceu um prato de salada. Desconfiei, mas como eu ainda nem tinha olhado o cardápio, aceitei. Era um pratinho de sobremesa com alfaces picadas, rodelas de tomate, agrião e cenoura raladinha, tudo muito farto. Aquilo só podia ter um preço, mas fosse o que fosse, eu estava pagando.

O cardápio consistia em pratos do dia, pratos semanais mais baratos e lanches. Desrespeitando a terapeuta, pedi um sanduíche de pernil, que estava divino (hein, hein?). Bem servido, com bastante cebola, e o garçom ainda trouxe um molhinho inglês e uma pimentinha prá completar. De bebida, pedi um suco de abacaxi.

A conta deu R$ 11,20, e a salada era cortesia da casa. Ou seja, barato, simpático e gostoso.

Serviço
Divino Bar e Grelhados
Rua Dos Pinheiros, 953, Pinheiros, São Paulo – SP.
Tel. 11-3031 7265
www.divinobar.com.br

Bia Bonduki

Eu sei que Maíra vai ficar puta comigo porque eu não deixei ela escrever um texto sobre o Gopala e agora vou publicar esse texto FULEIRO do Gutierrez, que nem tem certeza do preço do local. MAS FIQUEM TRANQÜILOS, vou complementar isso.

Gopala Prasada: ainda mora no meu coração, mas já foi melhor. Eles subiram muito os preços, e a comida ficou mais simples. Para quem não conhece, é um indiano vegetariano. Acho que está R$ 20, um prato com suco.

Serviço
Gopala Prasada
Rua Antônio Carlos, 413, Consolação, São Paulo – SP.
Tel. 11-3289 1911

Felipe Gutierrez

Agora, um pouquinho de descrição: no Gopala tudo é bem temperado – como a comida indiana pede – e um pouco apimentado – mas não muito, super rola mesmo que você seja sensível à pimenta. Às vezes tem coisas bem exóticas e não por isso menos gostosas, como doce de rosas!

O local é freqüentado por uma certa nata hipster da região. Você vê vários óculos modelo aviador transformados em óculos de receituário – como o do Gutierrez e o meu. HAHAHAHA

Para quem não sabe, Prasada (o segundo nome do Gopala) quer dizer comida sagrada na religião Hare Krishna – Ó, POBRETAMBÉMCOME TAMBÉM É CULTURA! Isso significa que 1) o local é Hare Krishna, 2) a comida que você está comendo foi abençoada!!! Sério! Legal, né? Porque você até pode ser ateu, assim como o Gutierrez, mas uma agüinha benta de vez em quando não faz mal a ninguém…

Obs.: se alguém souber o preço certinho, avisa aí nos comentários!

Primeiro, todo mundo cantando comigo:

Ai, que lindo, né, gente? Tinha esquecido o quanto gostava dessa música.

Tá, então, tô aqui para falar de comida, né? Faz um tempo que eu queria falar do Smoky Jô mas eu queria voltar lá antes para conferir os preços e tudo e tal. Fomos eu, Gutierrez e Tata nesse sábado à tarde.

Bom, é sempre uma delícia comer lá. O Jô em si te atende e é superatencioso. A produção das carnes defumadas é caseira e é tudo uma delícia. Eu comi a Feijô (vem a cumbuquinha de feijoada, couve e arroz – R$ 15 aos sábados), a Tata pediu um pastrame e o Gutierrez pediu o prato mais caro, que é uma carne (no caso dele, pernil) mais arroz defumado e uma salada (no caso dele, folhas verdes). Dá R$ 20 e pouco.

O mais legal do Smoky Jô são os molhinhos. Eu adoro. Ele deixa na mesa de três a quatro pimentas diferentes, mais um vinagre com damasco, mais um azeite com alho, mais um molhinho de ervas, mais… Ou seja, você brinca de temperar comida. Eu fico pingando de um tudo no meu prato, fazendo experimentos, me divirto pencas.

Sugestões bacanas: como sobremesa, vale pedir uma pinguinha – tem várias, muito gostosas – ou o abacaxi curtido na jurupinga, que já virou clássico do lugar. O Jô também é freqüentado no almoço durante a semana pelo povo que trabalha em Pinheiros – uma ótima alternativa, mesmo.

Serviço
Smoky Jô
R. Mourato Coelho, 25, Pinheiros, São Paulo – SP.
Tel. 11-3061 1085
http://smokyjo.zip.net/

Jorge Wakabara

Bom, como essa semana foi muito difícil a minha dica fica restrita ao circuito Itaim – afinal, eu trabalho lá, pô. Dessa vez fui experimentar a Burriteria.

Vai, pensa comigo, filho: a tabacaria vende tabaco, a peixaria é onde você encontra peixe, a Temaqueria serve temaki, logo a Burriteria vende… vende…? Isso, filho, a Burriteria vende BURRITOS!

Bom, quem me conhece sabe que eu sou superchegado numa pimenta – “porque pimenta, minha gente, é um anti-depressivo natural…” – logo sou chegado numa comida mexicana (e indiana, e goiana, e etc). Na Burriteria você pode pedir um burrito só e OK, ou você pode ir nos Combos, tipo promoção do Mac. O meu preferido, no quesito custo x benefício, é o Combo 2: dá direito a um burrito grande, um taco e um refrigerante (eu substituí por chá gelado e paguei um pouco a mais). De qualquer forma, dá menos que R$ 20 – acho que é R$ 18,90, algo assim.

O sabor de burrito que experimentei foi o Ai Caramba!: com a carne cortada em cubos mais pimenta Jalapeño em conserva – amo!, sour cream, alface americana e queijo prato. Também tem um tal de Cabra-macho com mini cubos de bacon torrados e molho “tchicano picante” (sic), eu achei melhor não arriscar. Para os vegetarianos, tem uns sabores especiais que eu acho que devem ser bem gostosos: são dois, um chamado Radical com beringela, abobrinha e guacamole, e outro (o Nem Tanto, risos) com beringela e grão de bico.

Quanto ao taco: pedi um bem básico, o Baseball, com chilli-beans (a comida, não o óculos, idiota), guacamole, alface americana e cheddar. Bem gostoso.

Na Burriteria também tem salada e nacho, e aquela coisa de burrito doce – você sabe, o povo adora inventar ao invés de servir uma boa tortinha de banana.

É bom chegar cedo, no dia que eu fui lotou lá pelo 12h40. Fica superchato porque rola uma filona enorme. Dica boa é que eles entregam e a taxa é de R$ 1 – só precisa ver se eles entregam na sua região, né? Não seja burro de achar que com esse preço na taxa, eles vão entregar em Santana. Tonto.

Serviço
Burriteria
Av. Brigadeiro Faria Lima, 3179, Itaim Bibi, São Paulo – SP.
Tel. 11-3073 0020
www.burriteria.com.br

Jorge Wakabara

Viu o título apelativo e ficou babando pra ler conto erótico encaixando (ui!) culinária com sexo de pobre? Entra no Mix Brasil, que o assunto aqui é feijoada. Feijoada completa: feia e suja. Ou a verdadeira feijuca, se preferir.

Pra início de conversa: boteco que é boteco não serve feijoada light! E pobre que é pobre sabe o valor gustativo-nutritivo de iguarias como orelha, pé, língua, fígado e rabo. Quer feijão preto com carne seca e lombo? Vai pro Bolinha e paga cinqüenta mangos per capita. Agora, tá afim de tirar a tarde do sábado pra bater uma feijuca violenta, daquelas que, se combinada com piscina redundam em morte por congestão – que nem o amigo daquele seu tio que bateu as botas no churrasco da família quando cê tinha 12 anos? Passa na Churrascaria e Lanches Estrela da Cardoso.

OK, o nome não poderia ser mais cafona. Ou até que poderia, se o ambiente fosse levado em conta. Com mesa de toalha vichy plastificada, copo âmbar, cadeira de plástico com assento marrom clarinho e uma gordona cuidando do caixa enquanto ralha com o marido, o Estrela é um achado downhill no meio do bairro de Perdizes – área com maior índice de pizzarias familiares por m² em SP. Feio, mas até que limpinho, o pico não tem cardápio: as opções do dia ficam expostas naqueles quadros de montar com letras amarelas, sabe? Então, esses mesmos. E a feijoada só entra na moldura de sábado – Deus sabe porque eles desconsideram a quarta como dia de feijão amigo.

Além da pelante cumbuca do ensopado, os R$14 também dão direito a uma porção ridiculamente grande de arroz branco (soltiiiiiiiiiinho que só), farofa competente e um arretado molho de pimenta. O caldo merece (muito) destaque: mesmo que ex-ce-len-te, tá longe de ser bonito e, dependendo das carnes que vierem encimando, dá até pra pegar um nojinho. Mas esquece o estético e experimenta, que vale a pena. De início, as texturas das carnes, erm…, menos nobres, são bem bizarras. Tipo, a pele do pé descola do osso – sei lá, cartilagem ou o quê – e fica dançando sozinha na boca, meio que com vontade própria. Abstrai de novo e esquece que aquilo é asqueroso. Abstraiu? Ficou bom, não? Com o tempo, vai ficando – de verdade!

OK, faltaram a laranja e a couve, mas como exigir tudo isso de uma refeição que sai por míseros R$ 7? Sim, a porção serve dois esfomeados com pé nas costas – ou ainda três pessoas com fome em modo menor que boi no rolete.

Pros mais fresquinhos, o contra-filé à cavalo (R$ 12,90) e o à Parmegiana (R$ 15,90) são os mais recomendados. Aviso: eles são ridiculamente grandes – é de dar medo, juro – e acompanham arroz, fritas, feijão, salada e um copinho de cachaça (?!) que vem com qualquer prato da casa.

O aperitivo que serviria pra abrir o – haja! – apetite foi a única coisa que não rolou de provar pra contar. Porque até experimento orelha, pé e rabo, mas me recuso a tomar cachaça servida de garrafa de Coca-Cola reaproveitada. Tudo tem limite. Até pra pobre.

Serviço
Churrascaria e Lanches Estrela
R. Cardoso de Almeida, 1523, Perdizes, São Paulo – SP.
Tel. 11-3673 1927 (eles entregam, contanto “que dê pra andar a distância”, advertiu a gorda nervosa do caixa)

Chico Felitti

Existe de um tudo nessa vida. Inclusive, existe restaurante sueco em Fortaleza.

Oi? Heim?

É, meu bem. Eu disse sueco. O Pinguim Bar, que fica na região da Praia de Iracema, vende legítimos (e esquisitos) pratos suecos. E claro que eu ia deixar para comentar sobre ele quando já tivesse comentado todas as minhas sugestões para comer em Fortaleza, né?! Tipo save the best for last. Mesmo porque o Pinguim foi o último restaurante que eu visitei nessa minha estadia – para quem não acompanhou e não sabe, estive em Fortaleza cobrindo o evento de moda Dragão Fashion.

Voltando ao Pinguim: lá, existe um clima “varandão” com algumas cadeiras e mesas de vime, e outras mais “cara de restaurante”. Fui com o Roberto – que não se aventurou a comer – e pedi um Pepperbeef. Trata-se de um bifão enorme com umas batatas sauté (é assim que escreve?). Por cima do bife, um molho rosinha bem apimentado – acho que era pimenta do reino, mesmo, tinha o maior gostão forte.

Ou seja, dá para dividir em dois (deixei metade) e custa R$ 22. Mas-porém-todavia-contudo o prato que eu não tive coragem de experimentar mas que você deveria ter é o PANKOKA.

No Pankoka eles simplesmente misturam bacon, sorvete e blábar. Pois é, você já estava achando estranho comer sorvete com bacon, mas isso é porque você não sabe o que é o tal do blábar. Eu pedi uma colherada para experimentar. Parece uma geléia feita com alguma fruta (tem gosto de amora), bem docinha.
COM BACON! DIGA AÍ SE NÃO É ESQUISITO?!

A fofa do Pinguim também me deu outro negócio docinho para experimentar que chamava… Conchinchinlinch? Chanclich? Clinchclinchclonch? Sei lá, gente, era uma coisa com nome bizarrinho – não vi no cardápio – e gosto bem igual ao do báblar, feita com outra frutinha megaparecida com amora, e que provavelmente também é servida com sorvete e BACON!

(procurei por blábar na internet, parece que é megatradicional na Suécia e que eles tomam uma sopa de blábar tipo os paraenses comem açaí)

Para quem ficou interessado na Pankoka, a versão menor custa R$ 5. Da próxima vez eu juro que experimento. Ah: e acho que no Pinguim também deve ser supergostoso tomar uma cervejinha.

Serviço
Pinguim Bar
Av. Monsenhor Tabosa, 1137, Praia de Iracema, Fortaleza – CE.

Jorge Wakabara

Ainda em Brasília – e agora a dica é exótica. Sabe o Gilberto Salomão? Antes ele era o point da juventude candanga. Não é mais – mas ainda tem lojas bem bacanas por lá. E também tem o Isis Café Empório.

O restaurante é árabe e beeem gostoso. Tem pratos baratinhos, tipo R$ 12. Fui com o Roberto e o Ricardo, dois jornalistas que também estão cobrindo o CFW, então experimentamos três pratos diferentes – cada um pediu um e fizemos um “rodízio”, dando uma bicada de cada. Foi ótimo e recomendo que vocês façam o mesmo – o cordeiro tava com um tempero gostosíssimo – o Ricardo, que cozinha portanto entende mais do que eu dessas coisas, elogiou – e o filé mignon também tava bem bom. A kafta eu achei muito seca. E o destaque: A PIMENTA BIQUINHO. Tô apaixonado pela pimenta biquinho. Quero pimenta biquinho todo dia. Gente, PIMENTA BIQUINHO É O NOVO PETIT GATEAU.

Além de ter comida legal, adorei a decoração do local: as cadeiras são de junco pintado de branco, as mesas tem uns desenhos, tudo bem típico mas parece também bem autêntico – não é cenografia, só vendo para entender.

Eu sei que essa sugestão sai um pouco do nosso contexto – é em uma espécie de shopping, mas achei o lugar tão interessante que decidi incluir aqui.

Obs.: esqueci de experimentar a esfiha. Desculpa aí, heim?

Serviço
Isis Café Empório
Centro Comercial Gilberto Salomão – QI 5, Lago Sul, Brasília – DF.

Jorge Wakabara

Pra quem ficar na cidade no feriado e não for extrair nenhum 3º molar, que tal comida chinesa diferente de yakissoba?

Esse lugar, o Rong He – restaurante de massa chinesa, pode ser o lado B chinês. Se fosse na China seria normalzinho, bem PobreChinêsTambémCome (porque se fosse RicoChinêsCome, seria sashimi de magurô – atum).

O tchans do lugar, como diz o subtítulo, é a massa chinesa. Feita na hora do pedido, os macarrões podem ser feitos na máquina ou na mão. Como? Vai lá ver, tem um chinês profissa na vitrine, é impressionante.

São vários tipos de sopas / macarrão. Macarrão oriental invariavelmente vem com sopa junto, muita coisa, tudo boiando. O carro-chefe da casa é o Macarrão Apimentado com Frutos do Mar (e carne de porco, que eles não vivem sem): custa R$ 20. Eu sugiro também a Sopa Agre-Apimentada, que tem bastante vinagre no caldo, R$ 18. Tem yakissoba tradicional, mas não é essa a proposta se você está lá. Os pastéis chineses (guiozá e afins) são ótimos também, a porção é considerável e custa R$ 16. Tem também várias conservas tradicionais, de acelga, de bucho suíno e outros vegetais, R$ 6 em média. Se prepara no olfato! (Nota do editor: CRUZES! AAAH! SOCORROOOO!)

Acho que todas as opções do cardápio tem versões vegetarianas, o que é ótimo, porque é um bom lugar pra ir acompanhado de qualquer pessoa “gastronomicamente interessada”, a não ser que você seja glutão. A sua companhia, portanto, pode ser uma pessoa que não come carne!! Todos os macarrões / sopas dão pra três pessoas normais fácil. Ou dois ogros… então a conta fica decente.

O lugar é simples, as mesas são simples, o atendimento é simples. A fila existe e a hostess não deve entender muito português, só na hora de fazer as contas, porque ela também é o caixa. NÃO ACEITA NENHUM CARTÃO. Só dinheiro e cheque.

Serviço
Rong He (Restaurante de Massa Chinesa)
No quarteirão seguinte da Choperia Liberdade, lado direito, não tem placa.
R.da Glória, 622A, Liberdade, São Paulo – SP.

Natalli Tami