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Em um desses fins de noite de domingo, estávamos eu e Jorge sentados em uma mesa do bar Filial, na Vila Madalena, quando a gula nos acometeu.

Pois.

Ao invés de pedir sempre a mesma coisa – os deliciosos bolinhos de arroz, uns R$ 16 -, decidimos olhar o cardápio e expandir nossos horizontes. Indo além da página das porções, percebemos a existência, até então totalmente desconhecida, de uns tais espetos. Entre as várias opções bastante convidativas (tipo queijo coalho com shitake e camarão com manteiga de ervas), deixamos a gula decidir por nós: um prato de R$ 34, composto por um espeto com generosas postas de badejo grelhado (pra quem não sabe, badejo é um tipo de peixe), uma porção de arroz com brócolis e batatinhas assadas da casa. 

Minha gente! Que descoberta!!! Delicioso de bom! Até o cheiro tava bom! E a porção serve 2 pessoas tranquilamente, o que significa jantar por R$ 17! Uhu!!

Então fica a dica do prato e a lição de vida do dia: vivendo e aprendendo, né não? Porque a gente vai lá no Filial há ANOS e nunca tinha experimentado isso! Como não, né?!

Mude de página você também!

Serviço
Bar Filial
R. Fidalga, 254, Vila Madalena, São Paulo – SP – na frente do Genésio
Tel. 11-3813 9226
www.barfilial.com.br

Mari Tavares

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É triste e ao mesmo tempo gostoso quando o emprego da gente muda de lugar.  Triste porque você é obrigado a deixar pra trás várias manias que já tinha adquirido – tipo a salada de fruta do Abadia. Gostoso porque você é obrigado a descobrir lugares novos. Nesse momento ‘descobertas’ da minha vida, o primeiro que vale dividir é o Andaluza.

O cardápio do Andaluza traz opções de lanches mais leves, justamente pra você conseguir ter fôlego pras sobremesas. As saladas são bem servidas e servem de almoço. Em geral, custam R$ 9,50 e vão desde carpaccio até folhas verdes com mussarela de búfala, tomate seco e afins. A opção com quiche custa R$ 11,50. Já os sanduíches custam em torno de R$ 8 e são simples, mas bem gostosos. Tem um de peito de peru com alface e cream cheese que é uma delícia, e você pode escolher entre pão francês e integral.  

Mas isso tudo é detalhe: o que importa são as sobremesas. Especializada em bolos, o pedaço custa em torno de R$ 4,50 e é um tamanho bom – você mata a vontade sem ficar empanturrado. O bolo de bem-casado é uma delícia e o de dois mousses – chocolate branco e amargo – é sensacional. O único problema (pelo menos para mim) é que eles tendem a colocar chantilly, marshmallow e afins em tudo… mas paciência. Tem também sorvetes, com opções que vão de papaia e graviola (R$ 5 a bola) a Häagen-Dazs (módicos R$ 7 A BOLA! tá todo mundo louco). 

Pra fechar, tem vários tipos de cafés, desde o bom e velho espresso até drinks mirabolantes. O mais simples custa R$ 2,50. Ótimo lugar pra se esconder quando o emprego tá afetando os nervo.

Serviço
Andaluza Sobremesas Finas

R. Caconde, 132, Jardim Paulista, São Paulo – SP
Tel. 11-3057 1564

R. Dr. Alvaro Alvim, 153, Vila Mariana, São Paulo – SP
Tel. 11- 5539 7962
www.andaluza.com.br

Mari Tavares

Queridos leitores! Desculpas pelo sumiço, mas 2009 tá ai e vamo que vamo! Uma de nossas resoluções para este ano – é minha e do Jorge, mas o Jorge ainda não sabe – é atualizar este blog com mais frequência, mas lembrem-se que contribuições de leitores também são super bem vindas!

Enfim, indo ao que interessa, o primeiro post de 2009 é sobre um restaurante descoberto no fim do ano passado, mas que continua sendo um achado. É o Quitanda Gourmet, que ocupa o antigo Sacolão da Vila Madalena. Além de o sacolão ter dado lugar a uma quitanda de gente rica – todas as frutas são super arrumadinhas e, claro, mais caras que em outros lugares -, foi construído no segundo andar um restaurante muito fofo e com ótimo custo/benefício.

Só fui em fins de semana, por isso não sei se durante a semana é o mesmo esquema, mas de sábado e domingo o cardápio permite que você escolha entre pratos a la carte ou pratos japoneses, inclusive rodízio. Um teppan (é assim que escreve?!) de salmão e legumes custa R$ 28 e dá pra dividir. Entre os pratos, as massas custam em torno de R$ 18, e, apesar de serem porções individuais (não rola de dividir), são opções um pouco mais elaboradas, como talharim ao molho de funghi. Tem também opções de saladas e sanduíches.

No domingo tem café-da-manhã até as 13h30, cheio de frutas fresquinhas, docinhos e pães gostosos. Isso é outra vantagem: como logo no andar de baixo tem uma quitanda, os sucos e as frutas são muito frescas. O suco de tangerina custa R$ 4 e a água de coco, R$ 3.  Ah! E tem pastel também, grandes e com muuuuuuuuuuito recheio, vale super a pena. Não lembro exatamente quanto custa, mas deve ser uns R$ 4. 

O atendimento é bastante simpático, mas o melhor é fugir dos horários de pico porque a equipe é pequena e eles não dão conta… O público é sempre bem alternativo, misturando professores de yoga a turmas de amigos descolados.

UPDATE!: Ao contrário do que tinha escrito antes, as outras duas unidades do Quitanda – Pinheiros e Lapa – têm comidinha também. Inclusive a Bia já tinha escrito sobre o de Pinheiros! Sorry, Bia, comi bola! De qualquer forma, acho que as duas unidades têm serviços diferentes, então vale conhecer todos…

Serviço
Quitanda Gourmet – unidade Vila Madalena
R. Medeiros de Albuquerque, 352, Vila Madalena, São Paulo – SP
Tel. 11-3042 4662

Mari Tavares

Em MInas Gerais a vida é assim: uma eterna competição para ver quem ingere mais gordura e carboidrato. É de se espantar que, além das barraquinhas de yakissoba aqui em São Paulo, nenhum mineiro com tino para negócios tenha pensado em fazer barracas de tropeiro. Ia vender pencas. Eu comeria.

Pois bem, isso quer dizer que tropeiro é tipo o yakissoba de BH. No domingo passado, FIZ CONTATO com três. Antes de começar, vamos explicar no que consiste o tropeiro.

Se você pensou que era apenas um tipo de feijão… engano seu. O prato completo inclui o feijão com farinha, arroz, couve, torresmo, pedaços de lingüiça/carne/frango (depende de quem faz), ovo frito (que o Alexandre e a Simone chamam de zolhudo ou algo assim, então deve ser o jeito que o povo chama o ovo frito por lá) e às vezes pedaços de tomate. Ou seja, PF, né, pessú?

Um deles foi no Mineirinho, onde acontece uma feira de artesanato com uma giga praça de alimentação – a barraca que eu fui acho que chamava Barraca do Mexidão, algo assim. R$ 5, o pequeno, R$ 8 o grande – que eu me lembre. Com frango, pouca lingüiça, e achei que tinha arroz demais (pedi menos e mesmo assim veio um montão). OK. Acho bom ligar antes para saber se vai ter feirinha, eu acho que é todo domingo mas não tenho certeza.

Do lado de fora do Mineirão, nas barracas ao redor do estádio: R$ 4. Bem salgadão, com carne. Como era o mais trashão, foi o que eu achei com cara de mais saboroso – mas não sei se agüentaria um inteiro.

E finalmente o legítimo tropeirão do Mineirão. Comprei na lanchonete Bar 23 (acho que era isso), a do portão 7A – lá dentro mesmo – por R$ 6. Não gostei da carne vir inteirona – eles entregam uma colher para você comer, e acaba que você tem que pegar o bifão com a mão, mesmo… não me aventurei. Tem pedaços de tomate com uma aparência esquisita, porém gostosos. Uma parte do desafio é justamente comer aquele rangão em pratinho de plástico sentado na arquibancada do estádio com uma colherzinha. Isso sim é coisa para craque!

Serviço (vou dar o endereço do Mineirão, o Mineirinho fica ao lado)
Mineirão
Avenida Antônio Abrahão Caram, 1001, Pampulha, Belo Horizonte – MG.

Jorge Wakabara

Mais uma temakeria? Siiim! Mais um lugar na Liberdade? Siiim! Vai me dizer que eu consigo comer com uma nota de R$ 10 e outra de R$ 5? Acertou.

A desvantagem de ir de carro até a Liberdade, em fins de semana, é achar onde estacionar. No sábado, fui com meu namorado, tendo como destino inicial um almoço no Sweetheart. Roda, roda, resolvemos parar no nosso estacionamento do coração (na Rua Barão de Iguape, entre a Galvão Bueno e a Avenida Liberdade, só R$ 5 – porque pobre também estaciona). No caminho, um cartaz nos fez mudar de idéia: temaki de salmão a R$ 6,50. Segura.

A Temakeria Narita é como se fosse um barzinho à parte do restaurante, a poucas casas de distância. O bom de lá é que eles fazem combos. Pedimos um que vinha um temaki de salmão e um de salmão com shimeji, mais refrigerante ou água. Tudo por R$ 15. A alga veio crocante, evitando puxa-puxas desagradáveis. O tamanho era bom e o peixe fresquinho.

Além dos outros combos maiores, lá também é servido um rodízio com vários tipos de temaki e alguns sushis de lambuja, por R$ 26.

E por que eu falei da nota de dez e de cinco? Bom, porque os combos incluem até o serviço, ou seja, você não paga um centavo a mais no final. Ótimo, né?

Serviço
Temakeria Narita
Rua Américo de Campos, 154, Liberdade, São Paulo – SP

Bia Bonduki

Copo sujo é assim – como diz nossa amiga Simone, é bom não checar se o copo está realmente sujo, porque invariavelmente… ele estará. Em uma nova estadia em BH – dessa vez com o estimado Beto Mito – passamos por mil e uma aventuras, inclusive o Xoq Xoq, que é do ladinho da Cantina do Lucas mas tipo primo pobretão. Ou seja, dos nossos. Segundo o Alexandre, é um local frequentado por mundrungos made in UFMG. Tipo o Rei das Batidas de lá, sabe como é?

(Acabei de reparar que não tem um post do King of the Beats aqui! Absurdo!)

O Xoq Xoq possui uma vantagem enorme em cima de outros copos sujos que eu conheço. Ele fica em BH. Isso quer dizer que você gasta MENOS AINDA. Na continha: pedimos uma porção de lingüiça (foi isso, Raul?), uma outra de carne seca com mandioca, tomamos ONZE cervejas (a maioria destas em apenas três pessoas, porque a Simone e o Hudson não ficaram o tempo todo conosco). Total: R$ 60 e poucos reais. Ridículo, né? Descontando o pouquinho da Simone e do Hudson, dá menos de R$ 20 para cada! Por um sábado inteiro bebendo e comendo!

Diquinha: caso sua barba esteja grande, aproveita para passar num dos salões de lá do Maletta (que é o edifício onde ficam a Cantina do Lucas e o Xoq Xoq). O salão Penta fez o serviço direitinho e eu paguei R$ 9.

Serviço
Xoq Xoq
Av. Augusto de Lima, 233, lá dentro, Centro, Belo Horizonte – MG.

Jorge Wakabara

Não é porque estou em NY que fiquei rica, né? E comer aqui é fácil e difícil ao mesmo tempo. Explico: fácil porque é lenda que precisa comer fast food o tempo todo. E difícil porque nem tudo tem cara de “limpo” e o sabor, ah, é meio estranho… E o resto é caro (e eu não vou – se eu fosse, escreveria para o Ricos também recomendam! hahaha). Bom, nem tudo está perdido – e eu tenho me alimentado muito bem nessas semanas (antes que minha mãe pergunte!).

No fim de semana passado, eu estava em Williamsburg, no Brooklyn (porque Manhattan é um saco, e o Brooklyn é legal!) e precisei parar a andança pelos brechós da região para comer. Aí, parei num simpatico restaurante na esquina da Redford com a 5th (é facil porque a Redford é a rua principal de Williamsburg). Com mesas na calçada e ambiente interno (se vc não viver sem ar-condicionado), o Fabiane’s funciona o dia inteiro para breakfast, lunch e dinner (sem tecla sap aqui, por favor… quero ser um pouco fina!). Comi uma lasanha de peru com salada ótima – tamanho e sabor – e gastei US$ 11 com Coca-Cola (bem barato para a comida aqui). O melhor é que você pode fazer o pedido direto no balcão e pagar antes de comer: assim, se livra da tip, que é o serviço (15 a 20% sobre o valor da conta…).

O mais curioso eu só vi depois, quando já tinha saido da mesa: na camiseta das meninas que trabalham no Fabiane’s tem um desenho do mapa do Brasil… Bom, alem de “moderno” e cool, é um bom lugar para se sentir em casa (nem que seja um pouquinho).

Serviço
Fabiane’s
142 North 5th Street Brooklyn 11211 (Bedford) – NY.
Tel. 718-218 9632
www.fabianescafeandpastry.com

Maíra Goldschmidt

Paraty não é uma cidade barata, principalmente em época de Flip, quando tudo fica superfaturado – inclusive alimentação. Mas mesmo assim dá pra comer bem gastando relativamente pouco.

Uma opção é o Porto da Pinga, que, sim, tem 400 mil tipos de pinga, mas também tem um cardápio bem simpático. O filé de peixe ao molho de camarão, acompanhado por saladinha, batata souté e arroz, custa R$ 24. Além de ser uma delícia, é um prato super bem servido e realmente vem camarão no molho, o que é muito importante! Se não tiver afim de peixe, o cardápio tem outras opções, como crepe (que é uma febre em Paraty), salada, omelete, carne, frango, caldos e por aí vai.  

Só não tem muita alternativa de sobremesa, mas tem um monte de garçom engraçadinho que quando você pergunta se tem doce (porque não tá no cardápio), a resposta é: “Serve eu?”. Aí vai do humor do cliente e do clima da situação… De qualquer jeito, fica a dica: o Porto da Pinga é do lado do Bombom da Maga, então um esquema bom é jantar e depois se jogar no bombom de brigadeiro.

Em tempo: “por que, ó meu deus, o nome do post é ‘Cobra na cachaça!?'”, pergunta o atento leitor. É assim: 
Chega lá, come tranqüilamente, bebe feliz e pede a conta. 
O garçom simpático vai perguntar se você não quer experimentar uma cachacinha, só assim, pra conhecer.
Peça a cachaça da casa. 
O garçom vai dizer: “Tem certeza? Você promete que não vai gritar?” (desconfio que ele só pergunta isso pras clientes do sexo feminino).
Prepare seu coração, caro(a) leitor(a). 
Ele vai voltar com um pote de cristal cheio de pinga… com uma cobra d’água boiando dentro! E diz que a cobra tá lá há 5 anos. Eu disse 5 ANOS. 

Segundo o mesmo garçom simpático, a cobra não interfere no sabor da bebida, mas faz com que ela ganhe “qualidades afrodisíacas”. Como se um monte de pinga, mesmo da mais mequetrefe, já não fosse afrodisíaco o suficiente! É cada uma, viu…

Serviço
Porto da Pinga
Rua Matriz, 12, Centro Histórico, Paraty – RJ.
Tel. 24-9907 4370 / 9958 0121
www.portodapinga.com.br

Mari Tavares

Você, querido produtor de moda pobre que se aventura por produções no Brás: nós temos um segredo que tirará (um pouquinho) o seu cansaço após bater perna na Rua Oriente. Não é um segredo, propriamente – todo mundo do Brás conhece a Casa Líbano, e todo mundo que gosta de comida árabe também. Não que o local seja muito barato – mas é em conta sim, e é tudo bem feitinho, produção própria, portanto ganha os nossos corações.

Anota: o combinado frio, que traz kibe cru, homus, coalhada seca, babaganush e chancliche ou fatouche ou tabule fica por… R$ 28,90 – e dá para dividir como entrada numa boa. A dica é ir com mais uma ou duas pessoas e pedir esse combinado + o kabsce (se fala cábse, mesmo, eu perguntei), um risoto com carneiro e amêndoas. A versão grande do kabsce fica R$ 25,90. Ele é beem gostoso, para quem gosta de carneiro, claro. Tinha várias outras opções que soavam deliciosas no cardápio, mas sorry, só tenho um estômago. Aliás: o homus é bem gostosinho, temperado na medida, e o kibe cru me pareceu fresco (daqui a pouco eu confiro e digo – THANKS FOR SHARING!).

Casa Líbano
R. Barão de Ladário, 831, Pari (sim, eu disse PARI), São Paulo – SP.
Tel. 11-3313 0289
http://www.casalibano.com.br/

Jorge Wakabara

Once upon a time o meu orgulho pinheirense se agigantou quando o casal 20 Verônica Veloso e Rodrigo Mourão me levaram para comer num lugarzinho perto do Largo da Batata, na Ferreira de Araújo, de comida nordestina. Era tipoassim o melhor PF da minha vida, com o melhor tempero e tudo o mais, por… R$ 6. Eu juro. O responsável pela façanha era o Miltão, que já tinha sido chef e decidiu abrir um restaurantezinho, assim, como quem não quer nada, tipo “vou jogar pérolas aos porcos”.

Nessas, muito tempo se passou. Eu continuei sendo um pinheirense cheio de orgulho, mas nunca mais fui no Miltão. Cheguei a ensaiar, mês passado, e Rodrigo até me passou o telefone de lá mas me avisou que o Miltão em si não cozinhava mais – a mulher dele ficou no seu lugar, sabe-se lá o porquê. O mundo gira, a Lusitana roda e eu agora trabalho na Abril, portanto do lado da Ferreira de Araújo. E assim, reconhecendo a área (AFINAL, EU SOU DA ÁREA, PÔ), reconheci também aquela portinha da esperança.

Menos enrolação, mais informação: realmente é a mulher do Miltão, uma cearense, quem assumiu a cozinha – eu esqueci o nome dela, desculpaaa, mas ela é uma fofa. Segundo o Alexandre, ela também tem ouvido de tuberculoso: converse qualquer coisa baixinho na mesa e ela vai dar a sua opinião, lá do fogão. Adoro! HAHAHA Simpática e falante, ela fica sozinha, servindo as mesas (que na verdade são poucas, somente três), lavando os pratos. São mais ou menos três opções de pratos por dia, todos bem baratos, todos “temáticos” de comida nordestina. De sábado, por exemplo, tem o XINXIM DE GALINHA (que eu nem sei se gosto, mas aprecio muito o nome, é instigante). Tem outro dia que eu não lembro com o nhoque de macaxeira (ou aipim, ou mandioca, depende de onde você nasceu, né?!).

Comemos baião de dois com carne de sol e macaxeira com manteiga de garrafa. O baião de dois tava seco – ela esquentou no microondas – e com isso, não deu pra apreciar muito. Da próxima vez vou pedir para ela esquentar na panela – sério, acho que ela não vai ver problema com isso, e a comida deve ficar bem mais gostosa. A macaxeira ficou boa (como disse o Lê, difícil alguma coisa ficar ruim com manteiga de garrafa!), e a carne de sol também.

Mas o melhor é a hora da conta! Ai, que delícia dar uma nota de R$ 10 e ver troco!

Obs.: a mulher do Miltão comentou que ele está pensando em preparar escondidinho congelado para vender lá. VAMOS FAZER UM ABAIXO-ASSINADO.

Serviço
Miltão (porque na verdade o lugar não tem nome!)
R. Ferreira de Araújo, quase esquina com a R. Sumidouro, uma portinha com umas mesinhas dobráveis de ferro – desculpa, pessoas, eu tenho o endereço certinho mas deixei em casa e tô na casa dos meus pais!
Atenção: só abre na hora do almoço, de segunda a sábado!

Jorge Wakabara