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Once upon a time o meu orgulho pinheirense se agigantou quando o casal 20 Verônica Veloso e Rodrigo Mourão me levaram para comer num lugarzinho perto do Largo da Batata, na Ferreira de Araújo, de comida nordestina. Era tipoassim o melhor PF da minha vida, com o melhor tempero e tudo o mais, por… R$ 6. Eu juro. O responsável pela façanha era o Miltão, que já tinha sido chef e decidiu abrir um restaurantezinho, assim, como quem não quer nada, tipo “vou jogar pérolas aos porcos”.

Nessas, muito tempo se passou. Eu continuei sendo um pinheirense cheio de orgulho, mas nunca mais fui no Miltão. Cheguei a ensaiar, mês passado, e Rodrigo até me passou o telefone de lá mas me avisou que o Miltão em si não cozinhava mais – a mulher dele ficou no seu lugar, sabe-se lá o porquê. O mundo gira, a Lusitana roda e eu agora trabalho na Abril, portanto do lado da Ferreira de Araújo. E assim, reconhecendo a área (AFINAL, EU SOU DA ÁREA, PÔ), reconheci também aquela portinha da esperança.

Menos enrolação, mais informação: realmente é a mulher do Miltão, uma cearense, quem assumiu a cozinha – eu esqueci o nome dela, desculpaaa, mas ela é uma fofa. Segundo o Alexandre, ela também tem ouvido de tuberculoso: converse qualquer coisa baixinho na mesa e ela vai dar a sua opinião, lá do fogão. Adoro! HAHAHA Simpática e falante, ela fica sozinha, servindo as mesas (que na verdade são poucas, somente três), lavando os pratos. São mais ou menos três opções de pratos por dia, todos bem baratos, todos “temáticos” de comida nordestina. De sábado, por exemplo, tem o XINXIM DE GALINHA (que eu nem sei se gosto, mas aprecio muito o nome, é instigante). Tem outro dia que eu não lembro com o nhoque de macaxeira (ou aipim, ou mandioca, depende de onde você nasceu, né?!).

Comemos baião de dois com carne de sol e macaxeira com manteiga de garrafa. O baião de dois tava seco – ela esquentou no microondas – e com isso, não deu pra apreciar muito. Da próxima vez vou pedir para ela esquentar na panela – sério, acho que ela não vai ver problema com isso, e a comida deve ficar bem mais gostosa. A macaxeira ficou boa (como disse o Lê, difícil alguma coisa ficar ruim com manteiga de garrafa!), e a carne de sol também.

Mas o melhor é a hora da conta! Ai, que delícia dar uma nota de R$ 10 e ver troco!

Obs.: a mulher do Miltão comentou que ele está pensando em preparar escondidinho congelado para vender lá. VAMOS FAZER UM ABAIXO-ASSINADO.

Serviço
Miltão (porque na verdade o lugar não tem nome!)
R. Ferreira de Araújo, quase esquina com a R. Sumidouro, uma portinha com umas mesinhas dobráveis de ferro – desculpa, pessoas, eu tenho o endereço certinho mas deixei em casa e tô na casa dos meus pais!
Atenção: só abre na hora do almoço, de segunda a sábado!

Jorge Wakabara

Precisei almoçar por aqui em Pinheiros mesmo e me deparei com o Reserva Pinheiros, que eu sempre achei bonitinho-simpático-um-dia-farei-um-happy-hour-aqui e FIZ, MINHA GENTE, FIZ? Não fiz, né, claro, a gente geralmente promete essas coisas bobas tipo “no-meu-próximo-salário-compro-um-cinto-preto-que-eu-tô-precisado” e acaba comprando um estampado com o Tony Jr e acaba o dinheiro. ENFIM.

Cheguei à conclusão que aquela era a melhor oportunidade de sentar no Reserva e conhecê-lo sem ficar esperando uma remota possibilidade de happy hour nas cercanias de Pinheiros que não seja no Genésio, em dias de bolso mais cheio, ou no REAL, em dias de bolso vazio.

Comecemos pelo mais importante: a COMIDA! Existe no cardápio uma seção ALMOÇO ECONÔMICO, que consiste em salada + alguma carne + arroz branco ou “temperado” (that means alho poró) + outra guarnição. Acho que tinha sobremesa incluída também, mas eu sou tão lesado que fui embora sem perguntar. Bom, na minha terra isso chama PF, mas se eles querem chamar de AE, eu não me importo. Principalmente porque é tudo bem feitinho e muito gostoso: a salada tem alface, tomate e cenoura; pedi um filé de frango bem passado e ele veio ao ponto, tudo bem, mas tava bem saboroso; na guarnição optei por um purê de abóbora, que na verdade estava mais para creme mas nem por isso deixava de ser uma delícia, temperadinho na medida.

A decoração do lugar é, digamos… interessante. Tijolo aparente, máquinas de escrever antigas na parede e… um farol de trânsito num canto. Oi? Vai saber. A conta deu R$ 12 e alguma coisa, com refri. Valeu super, paguei feliz – eu, que tava acostumado com PF caro do Itaim, achei LINDO.

Serviço
Reserva Pinheiros Grill & Bar
R. dos Pinheiros, 754, Pinheiros, São Paulo – SP.
Tel. 11-3062 7113

Jorge Wakabara

Não sei se vocês notaram, mas eu baseio muito minhas escolhas gastronômicas na situação do momento. Nesta, eu tinha pressa, fome, pouco dinheiro e estava de dieta. Vinha caminhando pela rua Cônego Eugênio Leite, em Pinheiros, quando vi uma plaquinha que anunciava quiche + salada + suco por R$ 11,90. Perfeito!

O restaurante era o Gaia, um vegetariano ótimo, com uma decoração bacanérrima. Tanto que, se eu tivesse visto o lugar antes do preço, nem entraria. Bom, a salada era farta, a quiche era uma delícia (eu até comi a beringela que vinha no meio, ó) e o suco era uma combinação de camomila com abacaxi, que eu ainda vou tentar em casa.

Só tem uma ressalva: não abre à noite. Segundo o dono, ele não está no pique para tanto, então é só almoço mesmo. Bom, fim-de-semana tá aí prá isso, né?

Serviço:
Gaia Gourmet Vegetariano
R. Conego Eugênio Leite, 1152, Pinheiros, São Paulo – SP.
Tel. 11-3031 0680 / 3097 9536
http://www.gaiavegetariano.com.br/

Bia Bonduki

Eu tentei ir no restaurante árabe da Amauri dos pobres. Realmente tentei. Mas tava rolando uma dança do ventre, garçons idiotas passavam sem olhar para minha cara durante dez minutos e eu me enchi, levantei e saí.

Voltarei, porque sou um ser superior e PERDÔO. A segunda chance muitas vezes é o que move o mundo.

Então a opção que restava era o restaurante goiano. Se você já passeou pela João Cachoeira, com certeza se assustou com um BONECO de CHAPÉU sentado tranquilamente em uma mesa. Sim, meu bem, aquele é a REPRESENTAÇÃO DO GOIANO EM SI, vendo o movimento e ocupando espaço no Cantinho Goiano. Eu não tive coragem de perguntar porque raios eles continuam deixando aquele boneco que amedronta GERAL sentado na frente do estabelecimento, mas sem dúvida isso dá um bom retorno de marketing para o local. Afinal, quem precisa do endereço do Cantinho Goiano? “É aquele restaurante do boneco!”.

Bom, eu tive coragem de passar por perto daquele SEU BONECO e adentrar nesse espacinho do nosso Goiás. Espacinho nada: o lugar é superespaçoso e tem segundo andar. No almoço, o sistema é de buffet por quilo. Pense em manjuba frita, cordeiro, bacalhau, alcatra… todas aquelas coisas goianas de mesa farta que ENGORDAM. Observação muito importante: a conta do buffet não ultrapassa R$ 12,90 – se for mais que isso, o preço é esse ponto-acabou. R$ 12,90 por um monte de bacalhau?!

Pois é, e se der R$ 12,90, o buffet de sobremesa é cortesia da casa. Huuum… com suco, dá uns R$ 15,70. “Baratim, né, fi?”, diria o goiano.

A decoração tem umas imagens de cavalo, um berrante, enfim, um clima fazenda. Não importa: bacalhau a R$ 12,90, filho. Corre para lá. De noite tem à la carte, não vi os preços, mas aí rola uma galinhada com pequi – senti falta do pequi no buffet, que é tão tipicamente goiano, só que não sei se era por causa do dia, de repente em outro dia da semana tem algo com pequi.

Outra coisa importante: feijoada às quartas! R$ 12,90 por uma feijoadaaaaa!!!

Serviço
Cantinho Goiano
R. João Cachoeira, 167, Itaim Bibi, São Paulo – SP.
Tel. 11-3079 1646

Jorge Wakabara

Sabe aquele monte de restaurante carérrimo da R. Amauri – o único lugar de São Paulo onde a quantidade de valets é maior que a quantidade de gente? Pois bem, eu sempre tive um ÓDEO de trabalhar ali (o prédio do iG fica na frente da pracinha), porque sabia que estava rodeado de comida gostosa que eu NÃO POSSO PAGAR.

Mas hoje uma saída para almoçar com meu caro Raul (mais conhecido entre os fãs de futebol como o INIGUALÁVEL BETO MITO) me mostrou que quem não tem Amauri caça com João Cachoeira, querido leitor. Que sucesso! E eu, que sempre ia no Cachoeira Tropical, bem humilde (o vegê de R$ 13), nem sabia que um quarteirão antes existia um MUNDO DE RESTAURANTES! Só de passar o olho: um árabe, um espanhol e um… goiano!

Fomos ao Don Mariano, um restaurante de comida espanhola – huuum, que chiquê. Tá com cara de caro, né? Mas não é. Eles possuem almoços executivos com três opções diferentes de pratos principais – o de quinta-feira era filé mignon ao molho madeira, picanha argentina com vinagrete ou bacalhau. O executivo inclui SALADA e SOBREMESAAA (salada de frutas ou um mousse de chocolate bem gostosinho).

Chuta o preço de tudo isso.

R$ 16,55. Eu disse R$ 16,55. Sim, amigos: inclusive o de bacalhau é R$ 16,55.

A nossa conta deu um pouco mais cara porque não resistimos e tivemos que comer uma porção de mini-empanada. Pedimos metade de roqueford e metade de carne picante, as duas bem gostosas. R$ 10,70 – é bom para tira-gosto, se não está com muita fome. No site tem os sabores das empanadas normais, elas custam em média R$ 4 – não experimentei, mas se a mini-empanada é boa a grande é capaz de ser também, né?

O serviço é bem atencioso e, qüende, o couvert de pãozinho e manteiga é de graça!!! Impossível não engordar três quilos.

Outra hora me aventuro nas outras opções dessa rua que, para mim, é um NOVO PARAÍSO. Ai, pobre se contenta com qualquer coisa, né?

Serviço
Don Mariano
R. João Cachoeira, 178, Itaim, São Paulo – SP.
Tel. 11-3079 5964
www.donmariano.com.br

Jorge Wakabara

Primeiro, todo mundo cantando comigo:

Ai, que lindo, né, gente? Tinha esquecido o quanto gostava dessa música.

Tá, então, tô aqui para falar de comida, né? Faz um tempo que eu queria falar do Smoky Jô mas eu queria voltar lá antes para conferir os preços e tudo e tal. Fomos eu, Gutierrez e Tata nesse sábado à tarde.

Bom, é sempre uma delícia comer lá. O Jô em si te atende e é superatencioso. A produção das carnes defumadas é caseira e é tudo uma delícia. Eu comi a Feijô (vem a cumbuquinha de feijoada, couve e arroz – R$ 15 aos sábados), a Tata pediu um pastrame e o Gutierrez pediu o prato mais caro, que é uma carne (no caso dele, pernil) mais arroz defumado e uma salada (no caso dele, folhas verdes). Dá R$ 20 e pouco.

O mais legal do Smoky Jô são os molhinhos. Eu adoro. Ele deixa na mesa de três a quatro pimentas diferentes, mais um vinagre com damasco, mais um azeite com alho, mais um molhinho de ervas, mais… Ou seja, você brinca de temperar comida. Eu fico pingando de um tudo no meu prato, fazendo experimentos, me divirto pencas.

Sugestões bacanas: como sobremesa, vale pedir uma pinguinha – tem várias, muito gostosas – ou o abacaxi curtido na jurupinga, que já virou clássico do lugar. O Jô também é freqüentado no almoço durante a semana pelo povo que trabalha em Pinheiros – uma ótima alternativa, mesmo.

Serviço
Smoky Jô
R. Mourato Coelho, 25, Pinheiros, São Paulo – SP.
Tel. 11-3061 1085
http://smokyjo.zip.net/

Jorge Wakabara

Bom, como essa semana foi muito difícil a minha dica fica restrita ao circuito Itaim – afinal, eu trabalho lá, pô. Dessa vez fui experimentar a Burriteria.

Vai, pensa comigo, filho: a tabacaria vende tabaco, a peixaria é onde você encontra peixe, a Temaqueria serve temaki, logo a Burriteria vende… vende…? Isso, filho, a Burriteria vende BURRITOS!

Bom, quem me conhece sabe que eu sou superchegado numa pimenta – “porque pimenta, minha gente, é um anti-depressivo natural…” – logo sou chegado numa comida mexicana (e indiana, e goiana, e etc). Na Burriteria você pode pedir um burrito só e OK, ou você pode ir nos Combos, tipo promoção do Mac. O meu preferido, no quesito custo x benefício, é o Combo 2: dá direito a um burrito grande, um taco e um refrigerante (eu substituí por chá gelado e paguei um pouco a mais). De qualquer forma, dá menos que R$ 20 – acho que é R$ 18,90, algo assim.

O sabor de burrito que experimentei foi o Ai Caramba!: com a carne cortada em cubos mais pimenta Jalapeño em conserva – amo!, sour cream, alface americana e queijo prato. Também tem um tal de Cabra-macho com mini cubos de bacon torrados e molho “tchicano picante” (sic), eu achei melhor não arriscar. Para os vegetarianos, tem uns sabores especiais que eu acho que devem ser bem gostosos: são dois, um chamado Radical com beringela, abobrinha e guacamole, e outro (o Nem Tanto, risos) com beringela e grão de bico.

Quanto ao taco: pedi um bem básico, o Baseball, com chilli-beans (a comida, não o óculos, idiota), guacamole, alface americana e cheddar. Bem gostoso.

Na Burriteria também tem salada e nacho, e aquela coisa de burrito doce – você sabe, o povo adora inventar ao invés de servir uma boa tortinha de banana.

É bom chegar cedo, no dia que eu fui lotou lá pelo 12h40. Fica superchato porque rola uma filona enorme. Dica boa é que eles entregam e a taxa é de R$ 1 – só precisa ver se eles entregam na sua região, né? Não seja burro de achar que com esse preço na taxa, eles vão entregar em Santana. Tonto.

Serviço
Burriteria
Av. Brigadeiro Faria Lima, 3179, Itaim Bibi, São Paulo – SP.
Tel. 11-3073 0020
www.burriteria.com.br

Jorge Wakabara

Post curto – eu acho… Para quando estiver nos Jardins sem muito dinheiro, com pouco tempo e vontade de comer bem. O Anis é aparentemente só um café, mas ao subir a escada, há um ambiente pequeno, mas agradável, com mesinhas e buffet. O cardápio varia bastante: além do trivial – arroz, feijão, salada etc – já comi lá purê de banana (é estranho se você não gosta de banana na comida, mas é muito bem feito), filé ao molho de funghi e frango com molho de gengibre e mostarda, por exemplo. Também tem fruta. Sucos e refrigerante.

Olhando o site deles, descobri que o cardápio é desenvolvido pela nutricionista Elizabeth Kimura Vazzolla, a dona Beth, que sempre está por lá. Também descobri que dá para pedir pratos (salada+grelhado etc), mas o bacana é o buffet, né? 

Se só comer salada, custa R$ 12. Com os pratos quentes, R$ 16. O café é ótimo e vale pedir para completar o almoço. É melhor ir até 13h30, porque a comida vai acabando e nem sempre há reposição.

Serviço
Anis Café
R. Padre João Manuel, 889, Jardins, São Paulo – SP.
Tel. 11-3062 3274
www.anisrestaurante.com.br

Maíra Goldschmidt

Vila Madalena hoje virou sinônimo de bares lotados, trânsito, chopp caro e pessoas com estilo duvidoso, certo? E o que preconceituosamente chamamos de “moemização” da Vila Madalena é um fenômeno irreversível que já dominou as principais imediações do bairro, certo? Errado. Num dos poucos espaços ainda não explorados do bairro, existe o simpático e discreto Sabiá.

Eu sinceramente já estava cansado de todas as opções que apareciam. O mesmo chopp, o mesmo papo, a mesma decoração e a mesma cortina de fumaça engordurada de picanha na chapa. Picanha é bom, eu concordo. Mas não há nada mais desagradável que ficar com o cabelo cheirando a picanha na chapa. Nada mais deselegante, na minha opinião.

O grande barato do Sabiá é o ambiente clean (não há nem letreiro na porta) sem ser despojado-pretensioso-chic. É simplão mesmo: mesas de madeira com toalhas brancas, paredes brancas, piso avermelhado e portas e janelas de vidro grandonas. O que contrasta com seu público, sempre bem eclético, que varia das patricinhas perdidas ao povo do samba (que estava presente da última vez que estive lá). É o lugar pra levar o date, o pessoal do trabalho, os amigos antenados e até mesmo seus pais num sábado à tarde.

O cardápio é recheado de comidas bacanas e simples. Comida de botequim de verdade. Porções de moela, língua, além dos tradicionais pratos como a feijoada e a vaca atolada (carne saborosa num caldo suculento, arroz e couve refogada). Optamos pelos sanduíches, todos no pão francês, que além de deliciosos, possuem um preço sensacional. Destaque para o sanduíche de bife à milanesa com salada de agrião e tomate. Com R$ 20 você consegue comer bem e ainda tomar dois chopps bem gelados. o que significa que com os outros R$ 20 você pode ficar a vontade para experimentar um outro drinque ou a deliciosa empadinha (nas versões camarão e palmito) que saem por R$ 3,50 cada.

O Sabiá já virou minha opção de boteco-com-chopp da Vila. Tenho ainda muito o que explorar no cardápio (e acreditem, vai demorar um certo tempo devido a variedade de opções). Se pá, cola lá.

Serviço
Sabiá
Rua Purpurina, 370, Vila Madalena, São Paulo – SP.
Tel. 11-3816 1872/4508 3554
Aceitam dinheiro, Visa, Mastercard

João Marcelo

Como assim a gente ainda não falou do nosso milésimo QG, Jorge?

Já faz quase um ano que, ao fim de uma noite no Studio SP, saímos eu, Jorge, e mais uns amigos dele para uma jornada em busca da comidinha de fim-de-noite. Acabamos no Itaim, na Temakeria & Cia. Que agora é moda, né? Assim como tem banquinha do Mc Donald’s que só vende sorvete, tem as temakerias e seus sorvetes de peixe.

Bom, a princípio, eu, pobre, pensei “ai, lá vou eu gastar milhões de reais pra comer de madrugada”. Afinal o propósito do lanchinho noturno é exatamente comer pouco e gastar pouco. Só que acabou que não gastei mais que dez reais prá comer um lauto temaki de salmão e tomar uma coca.

Aí pula pro começo do ano, quando voltei lá com o Jorge e mais dois para fazer um lanchinho da tarde. Acabamos nos empolgando tanto com o preço dos temakis que, aí sim, a brincadeira saiu cara. Claro, foi a falta de noção falando mais alto. A falta de noção e a tentação frente à novidade de salmão com camarão empanado e molho tarê. Ufs. Acho que cada um comeu três temakis aquele dia.

Ou seja, vale a pena. O ambiente é uma graça, tem salinhas reservadas e no cardápio tem até um temaki especial com o nome do Mauro Naves. Q?

Obs. do editor: Beatriz, “mais dois”? Isso é jeito de chamar o seu namorado e um amigo dele?! E devo acrescentar que eu acho que comi uns quatro temakis ao invés de três. Acontece.
BURP.

Serviço:
Temakeria & Cia.
Rua Joaquim Floriano, 307 – Itaim Bibi – São Paulo, SP
www.temakeriaecia.com.br

Bia Bonduki