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Essa é do leitor Marcelo Paixão – que deu todas as dicas do cardápio e até sugestão de roteiro cultural, ó!:

Aqui vai minha dica de hj: Restaurante Voa Lá no Bom Retiro.

Cozinha contemporânea com pratos na base dos R$ 20, ambiente agradabilíssimo, quase um oasis no bomrá.  Conheço as duas sócias que são interessantíssimas, mas como oq interessa mesmo é a comida, uma dela é a chef (Josy) e é muito boa em fazer molhos com muita influência do sudeste asiático como Tailândia e Índia. 

Experimente  molhos como siracha e pickle indiano. O chilli com carne dizem que é muito bom, mas elas fazem esporadicamente e ainda não tive a chance de provar. O cardápio varia todo o dia, mas sem grandes transformações. O q  costuma mudar é o molho  que acompanha a carne/massa.

As sobremesas são ótimas, mas meio caras. Tem  uma pasta de berinjela de entrada muito boa, na base de uns R$ 8,  mas se quiser economizar não peça. 

Vale muito a pena aquele esquema
bom retiro + compras/pinacoteca/museudalinguaportuguesa.  Abre só pra almoço, mas na sexta e no sábado o restaurante dá uma esticadinha (até 19h, 20h no max.) e fazem um happy hour bem legal, mas  só serve petiscos.

Serviço
Restaurante Voa Lá
R. Lubavitch, 103, Bom Retiro, São Paulo – SP – Próximo ao Instituto Oswald Andrade e a R. José Paulino.

Gente, Jorge já fez um post sobre este restaurante há tempos atrás, mas informação nunca é demais, né… 

Ali no comecinho da Mourato, longe dos bares, perto da rua dos Pinheiros, tem um sobradinho que é o China Massas Caseiras. É um lugar bem simples e se você não olhar com atenção, vai passar reto achando que é qualquer coisa, menos um restaurante. Ah, e o lugar é super movimentado.

Como todo restaurante chinês (e italiano), os pratos são mais que bem servidos e a meia porção serve 2 pessoas fácil. O pastel é ótimo, é grandinho e não é exatamente um guiozá. Tem até uns recheios diferentes, mas eu e minha companhia de garfo votamos pelo tradicional (carne de porco). Uma porção com 6 pastéis roubou um pouco a cena do frango xadrez + arroz primavera que veio depois, mas não decepcionou ninguém.

A conta deu algo em torno dos R$25 pra cada, considerando 2 pessoas com fome, que pediram cerveja, porção de entrada e dois 1/2 pratos. E ainda dava pra levar o que sobrou pra casa, mas fomos preguiçosos.

Agora eu preciso voltar lá pra provar a tal da massa caseira, né?

Serviço
China Massas Caseiras
R. Mourato Coelho, 140, Pinheiros, São Paulo – SP
Tel. 11-3085 7111 (delivery)
Horário: De seg., ter., qui., sex. e sáb. das 11h30 às 14h40 e das 18h30 às 22h30 // Dom. das 11h30 às 15h30 e das 18h às 22h.

Natalli Tami

Queridos leitores! Desculpas pelo sumiço, mas 2009 tá ai e vamo que vamo! Uma de nossas resoluções para este ano – é minha e do Jorge, mas o Jorge ainda não sabe – é atualizar este blog com mais frequência, mas lembrem-se que contribuições de leitores também são super bem vindas!

Enfim, indo ao que interessa, o primeiro post de 2009 é sobre um restaurante descoberto no fim do ano passado, mas que continua sendo um achado. É o Quitanda Gourmet, que ocupa o antigo Sacolão da Vila Madalena. Além de o sacolão ter dado lugar a uma quitanda de gente rica – todas as frutas são super arrumadinhas e, claro, mais caras que em outros lugares -, foi construído no segundo andar um restaurante muito fofo e com ótimo custo/benefício.

Só fui em fins de semana, por isso não sei se durante a semana é o mesmo esquema, mas de sábado e domingo o cardápio permite que você escolha entre pratos a la carte ou pratos japoneses, inclusive rodízio. Um teppan (é assim que escreve?!) de salmão e legumes custa R$ 28 e dá pra dividir. Entre os pratos, as massas custam em torno de R$ 18, e, apesar de serem porções individuais (não rola de dividir), são opções um pouco mais elaboradas, como talharim ao molho de funghi. Tem também opções de saladas e sanduíches.

No domingo tem café-da-manhã até as 13h30, cheio de frutas fresquinhas, docinhos e pães gostosos. Isso é outra vantagem: como logo no andar de baixo tem uma quitanda, os sucos e as frutas são muito frescas. O suco de tangerina custa R$ 4 e a água de coco, R$ 3.  Ah! E tem pastel também, grandes e com muuuuuuuuuuito recheio, vale super a pena. Não lembro exatamente quanto custa, mas deve ser uns R$ 4. 

O atendimento é bastante simpático, mas o melhor é fugir dos horários de pico porque a equipe é pequena e eles não dão conta… O público é sempre bem alternativo, misturando professores de yoga a turmas de amigos descolados.

UPDATE!: Ao contrário do que tinha escrito antes, as outras duas unidades do Quitanda – Pinheiros e Lapa – têm comidinha também. Inclusive a Bia já tinha escrito sobre o de Pinheiros! Sorry, Bia, comi bola! De qualquer forma, acho que as duas unidades têm serviços diferentes, então vale conhecer todos…

Serviço
Quitanda Gourmet – unidade Vila Madalena
R. Medeiros de Albuquerque, 352, Vila Madalena, São Paulo – SP
Tel. 11-3042 4662

Mari Tavares

Perdido no meio da r. Mourato Coelho, o Aniello é um restaurante simpático, com cara de mercearia e ótimo para quem gosta de almoçar tarde: de terça a sábado, funciona do meio-dia à 1h da matina direto; na segunda, do meio-dia às 16h e no domingão não abre (horários estranhos, né?!).

No cardápio tem um pouco de tudo, desde sanduíches e saladas até massas e pizzas. A comida não é assim maravilhosa, mas é honesta e as porções servem super bem – dependendo da fome, dá pra dividir tranquilamente. Tanto o paillard com fettuccine como o capellini com camarão custam R$ 21,90 cada. A salada caprese, com mussarela de búfala, tomate, manjericão e alface, é R$ 15. Tudo bem simples, mas gostoso. 

Também dá pra ir só pra beber coisinhas e comer petiscos. A caipirinha custa R$ 8,90; pra quem não bebe, o suco natural custa R$ 3,70. Tem várias opções de antepasto, queijos e outros tipos de frios. Lugar simples e tranqüilo, bom pra ir e ficar papeando.

Serviço
Aniello Bar e Mercearia
R. Mourato Coelho, 47, Pinheiros, São Paulo – SP
Tel. 11-3061 3213
www.aniellobar.com.br

Mari Tavares

Contribuição sempre bem humorada de Raul Andreucci, o terror da mulherada, Beto Mito nas horas vagas, doutor em futebol e PhD em saca-rolhas.

Tá, o dia dos namorados já passou. Mas sempre é tempo de ser romântico e comer bem. E uma boa pedida (ai, jornalista de serviço adora esse termo, né? um luxo!) pra nós, pobres (mortais), é o Blú Café.

É um “café & bistrô”, que fica ali na Rua Monte Alegre, em Perdizes, perto da PUC. É um lugar pequenininho, que mais parece uma casa bem aconchegante do que um restaurante sofisticado (e as comidas são, sim, sofisticadíssimas, viu!). Ajudam a compor esse ambiente os móveis antigos, a decoração meio européia e o jazz ao fundo (todas as quartas, sextas e sábados à noite). É aquela coisa: você senta e já se sente à vontade.

Melhor ainda que, quando você começa a se preocupar com o preço ou que vão achar que você não tem grana o suficiente para estar ali, os garçons aparecem com uma simpatia bem sincera e te mostram um menu com preços bem consideráveis. Eu não guardei bem o quanto era cada coisa porque sexta, quando fui ao Blú, tomei duas garrafas de vinho e, bem, vocês sabem… Mas garanto que há o que comer por volta dos 20 pilas, como o delicioso quiche, ou só para acompanhar um café, como as tortas doces (que hoje Deus não me permite mais comer).

Claro, se você gosta de falar que é pobre porque é hype ou está em alguma sistema de cotas mas tem grana…. amigo… se joga! Tem pratos ótimos por volta de 30, 40 mangos. Mas é sofisticado, hein. Não vai esperando um bife a cavalo. Eu sei, vão ter uns nomes estranhos que nem o chef sabe falar, mas vai na fé. Porque o trunfo do rango do Blú (é até uma blasfêmia chamar os pratos deles de rango, mas, como eu sou rebelde sem calça…) são as combinações. Não ache que tem coisa ali só pra decorar (se bem que, é, até tem…). É tudo pensado (ou me fizeram parecer que é), tudo junto ali na sua boca entra em uma harmonia que muda o sabor de uma maneira quase orgasmática, se assim vocês, puritanos, me permitem dizer.

Mas chega de lenga-lenga e vamos ao que interessa. Se o que vale nessa vida é a didática e a etiqueta, aprendam:

SOU POBRE, ME AJUDA, TIO! Nada de carta de vinhos para você. Vai extrapolar logo de cara o orçamento. Fique no chope. Sabemos que você gosta, e este vem numa caneca generosa e trincando. Entradas? Nem pensar. Finja que passou só para um lanche e peça o “Quiche com salada verde ao vinagrete de ervas”, como quem não quer nada. Vai te sustentar, garanto. E ainda dá pra pedir sobremesa, uma das tortas ou a salada de sorvetes.

SOU CLASSE MÉDIA METIDO A BESTA, MAS MÃO-DE-VACA E NÃO PRECISO DA SUA AJUDA! Precisa sim, bem. Aceite a carta de vinhos do garçom, não precisa ter medo. Você vai se assustar com alguns preços, mas tem alguns por volta de cinqüenta reais que já ajudam a dar aquela malemolência gostosa. Não precisa pedir entrada, porque isso é coisa pra grã-fino mesmo, mas não faça aquela cara de irritado quando colocarem o couvert na mesa. Enjoy! Faça tudo com calma, você foi lá para curtir, não pra pensar nos preços. Dinheiro é pra ser gasto. Peça uma massa ou uma carne e take it easy, os pratos podem parecer insuficientes pra você que come um prato de arroz-feijão enorme, mas sustentam. E guarde espaço para a sobremesa, elas valem a pena. E sobremesa, pô, até pobre come!

Serviço
Blú Café
Rua Monte Alegre, 591, Perdizes, São Paulo – SP
Tel. 11-3871 9296
www.blucafe.com.br

Raul Andreucci

(Obs.: a gente adora o Raul porque ele fala “se joga” com naturalidade, mesmo sendo um jornalista hétero especializado em esportes!!!)

A Fafá mandou outra sugestão nos comentários e a gente a-dorê! Adivinha onde fica? Na Barão de Tatuí! Eeee, Tatuí véia de guerra. Segue:

Eu acabei de chegar de uma cantina boa/barata… e o mais legal… rsrs… é aquela que participou do quadro Negócio Fechado do Luciano Huck! hahaha!!!

É na rua da casa do namorado, e nós sempre tivemos vontade de ir, mesmo quando era uma garagem imunda, aí o Alex Atala passou por lá e ficou uma graça – e realmente gostosa!!

O prato mais caro do cardápio foi o que eu pedi, era R$ 25, um espaguete ao vôngoli, com muito vôngoli, e muito bom!!!! Tem coelho, polpetone… bem “Jardim de Napoli” mesmo, mas baratim!!! Chama-se Famiglia Melilli, na Barão de Tatuí, em Sta Cecília.

Serviço
Famiglia Melilli
R. Barão de Tatuí, 302, Santa Cecília, São Paulo – SP.
Tel. 11-3826 5088

Fafá Gallo

A Cantina D’Amico Piolim, mais conhecida só como Piolim (que pra mim sempre será “Piolinho”, com o perdão do trocadilho infame), é uma cantina italiana em pleno Baixo Augusta, quase lá na Praça Roosevelt. Preços praticáveis, porções fartas, opções apetitosas e garrafas de vinho em promoção: quer mais o quê?!

Fazendo pesquisinha rápida no Google pra agregar conhecimento e informação a este post (ó!), descobri que o Piolim é de um antigo garçom do Gigetto e ocupa a casa que costumava ser o Pirandello, restaurante dos anos 80 freqüentado pelos descolados e intelectuais da época. Aliás, parece que a casa também é tombada! Apesar de não ser mais a referência cultural paulistana que já foi, por lá ainda rolam uns lançamentos de livro, permutas com peças de teatro e buxixo de gente, o que inclui atores, poetas, jornalistas etc (sim, esse tipo de gente também é gente!).

Mas vamos ao que interessa: tanto as porções de massa quanto de carne são bastante generosas, o que significa que dá pra dividir tranquilamente. Dizem que o filé a parmegiana de lá é espetacular, mas não experimentei, fiquei só no bê-a-bá do macarrão (bê-a-bá mesmo, comi espaguete ao sugo, que tava muito bom… os meninos se aventuraram num penne a carbonara que tava meio sem graça e foi mais caro do que minha humilde macarronada). O vinho tava em promoção, com garrafa de Salton por R$ 20. Dividindo, dá pra comer e beber bem gastando uns R$ 25.

Serviço
Cantina D’Amico Piolim
R. Augusta, 311, Consolação, São Paulo – SP.
Tel. 11-3256 9356

Mari Tavares

Você já foi numa cantina TOMBADA COMO PATRIMÔNIO CULTURAL? Pois bem. Eu fui. O Lê me levou na Cantina do Lucas, que já foi inclusive um dos points do Clube da Esquina – fica pertinho do Pelicano Chopp. O local é super simpático: fica dentro de uma galeria no Centro e tem garrafas penduradas no teto, cartazes de peças de teatro – que provavelmente o restaurante apóia – etc.

Apesar de ser uma cantina, a gente acabou comendo o Filé Olímpio, que consiste em filé fatiado, brócolis, molho da casa, arroz com açafrão e champignon (substituímos pelo arroz a piamontesa, com queijo) e batata palha (que substituímos por um tipo de batata assada). Com refri, deu menos de R$ 20 para cada um! O prato dá para dividir por dois tranquilo.

Serviço
Cantina do Lucas
Av. Augusto de Lima, 233, lá dentro, Centro, Belo Horizonte – MG.
Tel. 31-3226 7153

Jorge Wakabara

Pertinho ali da Pelu, na alameda Lorena, fica o Bella Gula Fast Bistrô, um restaurante por quilo que não é povão e nem é uma fortuna. A comida é honesta, com salada e duas ou três opções de pratos quentes (carne, frango, massa e os devidos acompanhamentos). Sucos e refrigente, café – não muito bons, mas quebram o galho – sorvetes e doces (aliás, o Bella Gula é uma rede de doces de Porto Alegre… nossa, estou falando de rede de novo… mas agora foi sem querer, juro!).

O lugar é charmoso, apesar do fast no nome. Quem frequenta é o povo que trabalha pelos Jardins mesmo – você vai ver muita bolsa Miu Miu e Marc Jacobs por ali – e até algumas voguettes. Fica cheio às 13h ou 13h30, então, às vezes tem espera de mesa (quinze minutos em média), mas vai ficando mais tranquilo conforme o tempo vai passando. Fica aberto para almoço, jantar e happy hour. E a conta, no almoço pelo menos, fica em torno de R$ 20 (com comida, suco e café macchiato).

Serviço
Bella Gula Fast Bistrô
Al. Lorena, 1295, Jardins, São Paulo – SP.
Tel. 11-3578 1350

Maíra Goldschmidt

Se Milton Nascimento tivesse 25 anos hoje e vivesse em São Paulo, ele provavelmente freqüentaria o ESPAÇO UNIBANCO DE CINEMA, o KEBABEL e o GOPALA.

Se ele tivesse 25 anos hoje e vivesse em BH, ele freqüentaria o CLUBE DA ESQUINA.

OK, não teve graça, eu tentei ser a Ana Laura e não consegui.

Bom, o fato é: descobri o lugar ideal para você ir para aquele jantar romântico depois do cinema. Quer dizer, tinham descoberto para mim, mas eu sou o maior PÉLA-SACO e estraguei tudo: fui antes, sem querer, acredita?!

Continuando: aqui em Belo Horizonte, o cinema que você, caro leitor hipster, freqüentaria se chama Usina Unibanco de Cinema. Tem dois, um em Lourdes e um em Savassi. Aí o de Lourdes fica do lado, mas bem do ladinho mesmo, de uma cantina superfofa, novinha em folha. Lançamento, gente! O local se chama Cantina Piacenza e serve saladas, crepes e massas. O mais bacana é que eles têm uns “combinados”: massa + saladinha. Bom demais. Comi o ravioli de espinafre com molho ao sugo. Muuuito bom. Sério, mesmo, mega gostoso. Com a salada (verde, com umas lascas de queijo e um pouco de tomate, bem temperada com alecrim, adorei) mais uma água e um cafezinho (ótimo), deu R$ 21,50! Como o local é megagostosinho, parecendo um bistrô, a gente super aprova o preço.

ALERTA PRAZER ESTÉTICO: se você não estiver com o seu paquera, joga um olhinho pro cara que eu acho que é o dono em questão. Ele fica atrás do balcão e é BEM GALÃ. Ou, como diria a empregada da mãe da Fernanda Cabeção: MAS QUE GALÃO, HEIM?

Obs.: falando em GALÃO. Talvez você não seja uma bilu intelectual, né? Mas tudo bem. Se você for um bofe que ama futebol (tipo o Beto Mito), existe um lugar ali pertinho que pode ser do seu interesse: a sede do Clube Atlético Mineiro fica a pouquíssimos quarteirões e conta com a Loja do Galo, com artigos do time. HAHAHA
Se você for uma gata garota e rica, passa na M&Guia. Faz a fina. Fica a dois quarteirões. E vai ver se eu tô no Clube da Esquina.

OK, não teve graça de novo.

Serviço
Cantina Piacenza
R. dos Aimorés, 2422, Lourdes, Belo Horizonte – MG.
Tel. 31-2515 6092

Jorge Wakabara