Posts Tagged ‘chocolate’

É triste e ao mesmo tempo gostoso quando o emprego da gente muda de lugar.  Triste porque você é obrigado a deixar pra trás várias manias que já tinha adquirido – tipo a salada de fruta do Abadia. Gostoso porque você é obrigado a descobrir lugares novos. Nesse momento ‘descobertas’ da minha vida, o primeiro que vale dividir é o Andaluza.

O cardápio do Andaluza traz opções de lanches mais leves, justamente pra você conseguir ter fôlego pras sobremesas. As saladas são bem servidas e servem de almoço. Em geral, custam R$ 9,50 e vão desde carpaccio até folhas verdes com mussarela de búfala, tomate seco e afins. A opção com quiche custa R$ 11,50. Já os sanduíches custam em torno de R$ 8 e são simples, mas bem gostosos. Tem um de peito de peru com alface e cream cheese que é uma delícia, e você pode escolher entre pão francês e integral.  

Mas isso tudo é detalhe: o que importa são as sobremesas. Especializada em bolos, o pedaço custa em torno de R$ 4,50 e é um tamanho bom – você mata a vontade sem ficar empanturrado. O bolo de bem-casado é uma delícia e o de dois mousses – chocolate branco e amargo – é sensacional. O único problema (pelo menos para mim) é que eles tendem a colocar chantilly, marshmallow e afins em tudo… mas paciência. Tem também sorvetes, com opções que vão de papaia e graviola (R$ 5 a bola) a Häagen-Dazs (módicos R$ 7 A BOLA! tá todo mundo louco). 

Pra fechar, tem vários tipos de cafés, desde o bom e velho espresso até drinks mirabolantes. O mais simples custa R$ 2,50. Ótimo lugar pra se esconder quando o emprego tá afetando os nervo.

Serviço
Andaluza Sobremesas Finas

R. Caconde, 132, Jardim Paulista, São Paulo – SP
Tel. 11-3057 1564

R. Dr. Alvaro Alvim, 153, Vila Mariana, São Paulo – SP
Tel. 11- 5539 7962
www.andaluza.com.br

Mari Tavares

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IMPOSSÍVEL entrar na bomboniere Bombom da Maga, em Paraty (Parati? sei lá, ninguém sabe), e não lembrar do filme Chocolate. Dou um doce pra quem for lá e não fizer essa associação.

A loja fica no centro histórico de Paraty, então ocupa uma daquelas construções coloniais de portas compridas com bordas coloridas e azulejos pintados. Uma coisa muito fofa. A decoração da bomboniere também é simpática: os docinhos ficam em vitrines ou em cestinhas de vime, e todos os móveis são de madeira. Só tem uma coisa que eu dispensaria: logo na entrada tem um quadro cheio de fotos da dona com atores globais, o que eu acho muito desnecessário. Mas aí me explicaram que carioca adora posar com famoso, então…

A dona da loja (que eu não sei o nome) é a própria personagem da Juliette Binoche. Como no filme, ela faz dos bombons uma coisa meio de alquimia – por isso o nome “Bombom da Maga” e o logo de uma bruxinha voando de vassoura. Ela faz tudo a mão: desde a palha italiana e as trufas até o chocolate quente (R$ 3,50), que é daqueles bem cremosos e que vem tão quente que no minuto que você pára de mexer forma nata.

Mas ai, minha gente, aí tem o BOMBOM DE BRIGADEIRO. Meu jesus amado, o que é aquilo! É de chorar de bom. Custa R$ 2,50 e é uma das melhores coisas que existem no universo. Imagine: é um brigadeiro muitíssimo bem feito coberto por um tipo de glacê branco bem fininho e bem crocante. Tem outras opções de recheio, como coco e cereja, mas eu indico mesmo o de brigadeiro sem medo de errar. Dizem que o camafeu de lá também é famoso, mas eu não cheguei a experimentar. Só sei que custa também R$ 2,50.

Enfim, pra aquele lugar ser o paraíso só falta mesmo Johnny Depp de vendedor. Mas olha, sinceramente (e nunca pensei que diria isso), com aquele bombom de brigadeiro a ausência de Sr. Paradis até que passa despercebida.

Serviço
Bombom da Maga Bomboniere
Rua Matriz, 10, Centro Histórico, Paraty – RJ.
Tel. 24-3371 1580

Mari Tavares

Dica para dia que cai pagamento e você está afim de dizer “eu mereço comer bem” – porque antes de tudo, queridos leitores, nós mesmos, já diria Dra Vodca. Para comemorar os 20 anos do bistrô Charlô, o chef preparou dois menus com as 16 melhores receitas de todos os tempos. De 04 de julho a 30 de agosto, pratos que fizeram sucesso nos anos 90. Em setembro e outubro, os destaques do ano 2000. 

Tá, não é barato (mas abaixo tem o que foi selecionado e os preços), mas vale a pena. Não sei se tem ainda, mas quando eu trabalhava na RG (Há dois anos, já, gente?! Credo…), o restô tinha um cardápio mais barato para o almoço, tipo uns R$ 40… e valia muito a pena. O ambiente, o atendimento… essas coisas de gente fiiiiiiiina!

Olha aí:
Menu anos 90
Salada de pato com brie e pinollis, R$ 24
Pudim de queijo meia cura, R$ 22
Penne com endívias, presunto cru e tomate seco, R$ 34
Camarão com molho gruyère e risoto de espinafre, R$ 80
Vitela recheada com alecrim e damasco, R$ 36
Folhado de coco, R$ 16
Pêra recheada com chocolate e pistache, R$ 14

Menu anos 2000
Gaspacho com guacamole, R$ 24
Rolinho de atum e wasabi, R$ 25
Magret de pato com molho de jabuticaba, R$ 43
Robalo com crosta de castanha do Pará e arroz créole, R$ 52
Medalhão com molho de três pimentas e batata dauphine, R$ 39
Zabaglione ao champagne, R$ 16
Tarte Tatin de manga e gengibre, R$ 16

Serviço
Bistrô Charlô
Rua Barão de Capanema, 440, Jardins, São Paulo – SP.
Tel. 11-3082 5553

Maíra Goldschmidt

O Fornalha é tão importante para nós, PobresQueTambémComem, que virou VERBO. A primeira que eu ouvi dizendo para a gente FORNALHAR foi Bruna Beber. Existe Fornalha em alguns lugares do Rio, mas o Fornalha dos nossos corações fica em Copacabana, bem pertinho das casas de prostituição e das colegas.

No Fornalha não existe espaço para comida saudável. Ou você come uns salgados fritos cheios de gordura, ou você come um pedaço de bolo gigante e cheio de açúcar. Por isso mesmo a gente gosta. Além de eu adorar o bolinho de aipim (que para o paulista é a mandioca) com carne seca de lá, posso ir de madrugada (pois é 24h) e posso pedir por telefone (pois tem delivery até as 21h). É bem barato: o salgado sai R$ 2 (ou R$ 2,30 quando tem requeijão), a fatia de bolo fica por volta de R$ 3 e pouco dependendo do tipo (o que eu gosto, morango com chocolate, é R$ 3,30).

Bom, quem nunca fornalhou precisa experimentar o SALGADINHO MAIS QUENTE DO RIO. É o slogan deles, juro!!!

Serviço
Fornalha (de Copacabana)
R. Ministro Viveiros de Castro, 33-C, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ
Tel. 21-2275 3998

Jorge Wakabara

Manual PobreTambémCome de boas maneiras: evite ir a restaurantes vegetarianos e/ou veganos (principalmente este último) com vestuário ou acessórios feitos a partir de animais (couro, pena, lã e por aí vai). Você pode atrair atenções indesejadas. Em caso de dúvida, pergunte ao Jorge que ele explica melhor.

O what not to wear acima foi baseado em fatos reais. O restaurante em questão era o Satya Mandir Bistrô, que ocupa uma casinha simpática na Alameda Franca, lá pra baixo, perdida no meio de um monte de prédios residenciais.

Na verdade, o lugar é uma escola de yoga que acabou adaptando um espaçozinho (‘zinho’ mesmo, gente, o espaço do bistrô é bem pequeno) pra montar um restaurante. Sei que funciona durante a semana, mas não sei os horários e nem os esquemas de comida. De sábado, o almoço é do meio-dia até às 15h e tem um prato do dia, pelo qual você paga R$ 15, que dá direito também a uma saladinha. Como o lugar é vegano, é tudo sem carne nem nada de origem animal, e parece que é política do chef da casa também fugir da soja. No dia em que fomos lá, o prato era arroz integral com chutney de manga, purê de mandioca com milho e lentilha. Além de gostosa, a comida tava extremamente cheirosa!

Os sucos são uma delícia, com combinações inusitadas, como maracujá com gengibre. Também tem docinhos: tortinha de maçã ou banana, bolo de fibras com frutas secas, chocolate vegan. E as coisas têm sabor, num é insosso como em vários outros restaurantes vegetebas por ai… No fim das contas, você paga R$ 25 por salada, prato principal, bebida e sobremesa. Ah! E ganha também um convite pra fazer uma aula experimental de yoga de grátis!

Serviço
Satya Mandir Bistrô
Al. Franca, 444, Jardim Paulista, São Paulo – SP.
Tel. 11-3284 7961
http://www.satyamandiryoga.com.br

Mari Tavares

O L’aperô é um ótimo plágio de bistrot francês (ou pelo menos o que nosso imaginário coletivo entende por bistrô francês… ) – e não estou sendo má, não, é mais ou menos essa a proposta. É uma casinha simpática com paredes cor de berinjela, florzinhas e cartazes parisienses, trilha sonora ‘típica’ e mesas de madeira cobertas por toalha xadrez. Ou seja: num tá podendo bancar uma passagem pra França e ir direto à fonte? Então cola lá e faz de conta que você não tá na Mourato Coelho, mas sim no Quartier Latin.

O mais legal do cardápio – além do fato de ele ficar colado em garrafas, ao invés da versão tradicional – são as saladas. As opções são todas apetitosas e grandes o suficiente para serem divididas. Elas sustentam, são de fato uma refeição, não só uma entradinha… Confesso que não reparei no que mais tem de comida salgada, mas sei que as sobremesas também são gostosas: tem um tal de Ópera que é feito com camadas finas de café, chocolate e um biscoitinho, bem gostoso. A única reclamação é que em pleno sábado eles tavam sem petit gateau… ai ai ai, viu.  

Uma salada (ótima! de brie com presunto cru e umas batatinhas) + 1 garrafa de cerveja + 2 sobremesas, dividido por dois, dá mais ou menos R$ 27 pra cada. Bem mais em conta do que uma passagem aérea, né não?!

Serviço
L’aperô
R. Mourato Coelho, 1343, Vila Madalena, São Paulo – SP.
Tel. 11-3814 2445 
www.lapero.com.br

Mari Tavares

Muito longe das loucurinhas da mulher-aranha paranaense pelas terras do Tio Sam*, em uma das ruas mais movimentadas do pacato bairro de Pinheiros, encontra-se uma das docerias mais tradicionais da cidade: a Côco, Cravo e Canela, paraíso para nós, pessoas que ignoram os efeitos da gordura trans, do glúten e das altas taxas de açúcar no organismo.

Então, para você, neurótico das calorias, NÃO LEIA MAIS O QUE VOU ESCREVER NAS PRÓXIMAS LINHAS COM O RISCO DE AUMENTO DE PESO SOMENTE COM O PASSAR DE OLHOS SOBRE ESSAS INFORMAÇÕES! A doceria é famosa por seus tradicionais doces, salgadinhos e pelos deliciosos croissants que derretem na boca. A Cõco é o lugar perfeito para se dar uma parada depois de uma tarde de compras na Fnac, ou uma parada após um almoço na Vila Madalena, ou mesmo antes de encher a cara no Real (o bar que fica logo ali, atravessando o cruzamento).

A variedade de doces é sensacional: bolos de morango, chocolate, crocante, floresta negra, torta holandesa, além de outras delícias de se lamber os beiços. Os meus favoritos e indispensáveis são a tradicional bomba de chocolate (também na versão Super Bomba – uma ótima dica de sobremesa pra se levar num almoço com amigos) e a torta mil folhas. É a única torta mil folhas de São Paulo que eu encaro, pois temos que admitir, os cariocas são craques em tortas mil folhas. Pronto, falei.

Os salgados também são deliciosos. Para quem é fã dos fritos, recomendo o croquete de carne, delicioso e no tamanho ideal. E recomendo saboreá-lo com mostarda, o que dará um toque spicy à iguaria. E se você estiver com um pouco mais de fome, pode experimentar um dos sanduíches naturais ou o delicioso Bauru no croissant, meu almoço de alguns anos atrás, nos meus tempos de livreiro.

Pra quem gosta de um café (o que não é meu caso, já que eu só vou a cafés para estar com os amigos), o lugar garante um expresso de ótima qualidade a um preço honesto. A propósito, os preços são ótimos: doces a R$ 4, salgados a R$ 2,50 e o café a R$ 1,50 (preços sujeitos a alteração!). Doces e salgados especiais, preço sob consulta.

De qualquer forma, o simpático dono do estabelecimento irá recebê-lo sempre com simpatia e o lugar aceita encomendas.

Serviço
Côco, cravo e canela
R. Cardeal Arcoverde, 1942, esquina da Simão Álvares, Pinheiros, São Paulo – SP.
Tel. 11-3032 9505

João Marcelo

NOTA DO EDITOR: A COXINHA! A COXINHA DO CÔCO, CRAVO E CANELA! AI, MEU DEUS! MORRI DE CATAPORA SÓ DE PENSAR NA COXINHA!

* Saca a Sônia Braga?

Depois deste fim de semana, eu sei que o sinônimo de AMOR & ROMANTISMO nos tempos hipermodernos se traduz em MOLHO BRANCO (eu utilizei a palavra hipermoderno porque eu ando lendo o Gilles Lipovetsky na hora do almoço. POBRE TAMBÉM SOFRE DE EXCLUSÃO SOCIAL NA PRIMEIRA SEMANA DE EMPREGO).

Fui junto ao meu ESPOZO para Campos do Jordão passar dois dias respirando o ar puro da serra e bebendo água MINALBA pelo LADRÃO. Ficamos numa pousada charmosa no topo da montanha longe do agito ITAIMBIBÍSTICO do Capivari (traduzindo: ficamos numa pousada barata em cima do morro num bairro não-asfaltado a 4,5 km do centro da cidade. FOI BOM – EU JURO).

Como dois bons URSOS, um dos nossos planos era HIBERNAR por horas em uma cama queen size com pillow top. Naturalmente, o outro único programa para se fazer quando você não tem um NIKE SHOX ou calça de SPANDEX para fazer trilhas ou pedalar é sentar à mesa e praticar a GULA TURÍSTICA.

Na sexta à noite, tentamos o bar e cervejaria BADEN BADEN, o spot mais conhecido da cidade (pelo que sei, há até uma linha de cervejas Baden Baden à venda nas principais capitais). Acabamos fazendo o PEDIDO-PADRÃO-ÓBVIO: um fondue, por favor.

Eu não sou a maior fã de fondue para carnívoros. Eu não gosto de comer cubos de carne ou frango encharcados no óleo. Na minha profunda diletância, quando fiz o pedido esperava uma panela transbordando de queijos fundidos e pedaços de pães loucos para serem mergulhados neste OCEANO CREMOSO.

De qualquer forma, não me arrependi. FOI BOM, BIAL. Em viagem, tudo é festa: a culpa sempre vai dar uma voltinha e a gente se esbalda em quitutes com mais calorias que toda vitrine de salgados da Ofner.

Minha única frustração foi não ter experimentado os pratos do BUTIQUIM GOURMET que anda rolando até o final da temporada no Baden Baden. Trata-se de um festival gastronômico com pratos assinados por grandes chefs de cozinha, sendo cinco cardápios que irão complementar o do Baden Baden. No mês de abril, o cardápio do Baden recebe o Chef Laurent Suadeau. Alem disso, voce tem a opçao de degustar algumas iguarias de boteco com um toque bistro-ISH proposto pelos chefs convidados.

Uma coisa é fato: BARATO NÃO É. O comércio nas cidades turísticas em época de temporada é sempre hiperinflacionado, portanto, é necessário tirar o dinheiro debaixo do colchão para não ter que comer no Bob’s ou Giraffa’s. A minha dica de Campos do Jordão é fazer apenas uma boa refeição por dia e complementar sua alimentação com comidinhas vendidas por AMBULANTES: krep’s suísso, pinhão descascado, chocolate quente cremoso. Alegre a CRIANÇA OBESINHA que existe dentro de você.

Apesar dos preços salgados, vale a pena ir no BADEN BADEN. É algo que você tem que fazer quando for a Campos, para ter toda a experiência OI-ESTOU-TOMANDO-UMA-CERVEJA-BOCK-NUM-BAR-COM-MESA-NA-CALÇADA-FINGINDO-QUE-ESTOU-NA-SUÍÇA-(OU-ERA-PRA-SER-ALEMANHA-?).

O PRAZER ESTÉTICO foi NOTA 4.

No próximo post, mais detalhes do LATROCÍNIO que cometi no meu segundo dia de viagem: a BATATA ASSADA COM GIGANTISMO (e MOLHO BRANCO).

Serviço
Baden Baden
R. Djalma Forjaz, 93, loja 10, Vila Capivari, Zona 0, Campos do Jordão – SP.
Tel. 12-3663 3610
http://www.badenbaden.com.br/

Ana Laura Mello

Acho que o título já entregou, né? Sim, esse texto é sobre pizza por metro. O lugar em questão é o Graminha, que tem quatro endereços – três em Sampa e um em Santos. Conheço só a casa da r. Medeiros de Albuquerque, na Vila Madalena (é o Graminha grande, porque atravessando a rua tem outro, numa casa menorzinha), portanto é com base nela que escrevo. 

No Graminha (assim como em outros restaurantes com pizza por metro, imagino), você não escolhe o tamanho da pizza por quantidade de pedaço, mas sim por largura. No cardápio, as opções são 1/2 metro estreito ou 1/2 metro largo. Em geral, o estreito dá pra três pessoas comerem três pedaços cada, e a pizza pode ter dois sabores. No largo, dá pra encaixar três opções diferentes de recheio. 
 
Além dos clássicos, como marguerita, portuguesa e frango com catupiry, tem sabores mais exóticos – e bem gostosos -, como carpaccio, shitake ou calabresa com javali, que eu nunca comi, mas costuma ganhar elogios. Claro que quanto mais elaborado, mais caro é o metro, né? O Graminha não é exatamente barato, especialmente se você é daqueles que come dez pedaços, mas se você se contentar com cinco fatias rola – desde que você divida a conta entre três ou quatro pessoas.

Dando um exemplo concreto, dividido entre três:
1/2 metro estreito (com dois sabores, um diferente e um básico) + 1 pizza doce pequena (a de morango com chocolate é bem gostosa; já a só de chocolate é um pouco enjoativa) + 1 garrafa de vinho chileno = R$ 38 por pessoa.

E você sai rolando – ainda que a pizza seja quadrada…! Sim, a piada foi estúpida, mas inevitável…
 
Serviço
Graminha Pizza por Metro
Rua Aspicuelta, 23, Vila Madalena, São Paulo – SP.
Tel. 11-3814 2302

Rua Medeiros de Albuquerque, 256, Vila Madalena, São Paulo – SP.
Te. 11-3815 7434
 
Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 498, Vila Olímpia, São Paulo – SP.
Tel. 11-3045 3535
 
Rua Alexandre Herculano, 192, Gonzaga, Santos – SP.
Tel. 13-3221 7903
 
http://www.pizzariagraminha.com.br/ 

Mari Tavares

Lendo o post da Ana Laura sobre o Lower Jardins, lembrei de uma coisa pretensiosa que fica lá por perto: O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo (o nome é esse mesmo, não é a minha opinião).

Praticamente, eles só vendem o tal bolo. Só que, óbvio, não é coisa que PobreTambémComeSempre. Uma singela fatia da suposta maravilha custa R$ 7,50 (mais ou menos o preço de uma fatia decente de qualquer bolo no Amor aos Pedaços). Mas é o Melhor Bolo de Chocolate do Mundo? Não sei – mas é um bom nome.

Tem café Suplicy e uns salgados. Dá pra encomendar um bolo inteiro para ocasiões especiais. Dica: peça o meio-amargo, que já é bem doce.

Serviço
O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo
R. Oscar Freire, 125, Jardins, São Paulo – SP.
(entre a Peixoto Gomide e a Alameda Casa Branca)
Tel.: 11-3061 2172
www.omelhorbolodechocolatedomundo.com

Natalli Tami