Posts Tagged ‘arroz’

Em um desses fins de noite de domingo, estávamos eu e Jorge sentados em uma mesa do bar Filial, na Vila Madalena, quando a gula nos acometeu.

Pois.

Ao invés de pedir sempre a mesma coisa – os deliciosos bolinhos de arroz, uns R$ 16 -, decidimos olhar o cardápio e expandir nossos horizontes. Indo além da página das porções, percebemos a existência, até então totalmente desconhecida, de uns tais espetos. Entre as várias opções bastante convidativas (tipo queijo coalho com shitake e camarão com manteiga de ervas), deixamos a gula decidir por nós: um prato de R$ 34, composto por um espeto com generosas postas de badejo grelhado (pra quem não sabe, badejo é um tipo de peixe), uma porção de arroz com brócolis e batatinhas assadas da casa. 

Minha gente! Que descoberta!!! Delicioso de bom! Até o cheiro tava bom! E a porção serve 2 pessoas tranquilamente, o que significa jantar por R$ 17! Uhu!!

Então fica a dica do prato e a lição de vida do dia: vivendo e aprendendo, né não? Porque a gente vai lá no Filial há ANOS e nunca tinha experimentado isso! Como não, né?!

Mude de página você também!

Serviço
Bar Filial
R. Fidalga, 254, Vila Madalena, São Paulo – SP – na frente do Genésio
Tel. 11-3813 9226
www.barfilial.com.br

Mari Tavares

Queridos leitores! Desculpas pelo sumiço, mas 2009 tá ai e vamo que vamo! Uma de nossas resoluções para este ano – é minha e do Jorge, mas o Jorge ainda não sabe – é atualizar este blog com mais frequência, mas lembrem-se que contribuições de leitores também são super bem vindas!

Enfim, indo ao que interessa, o primeiro post de 2009 é sobre um restaurante descoberto no fim do ano passado, mas que continua sendo um achado. É o Quitanda Gourmet, que ocupa o antigo Sacolão da Vila Madalena. Além de o sacolão ter dado lugar a uma quitanda de gente rica – todas as frutas são super arrumadinhas e, claro, mais caras que em outros lugares -, foi construído no segundo andar um restaurante muito fofo e com ótimo custo/benefício.

Só fui em fins de semana, por isso não sei se durante a semana é o mesmo esquema, mas de sábado e domingo o cardápio permite que você escolha entre pratos a la carte ou pratos japoneses, inclusive rodízio. Um teppan (é assim que escreve?!) de salmão e legumes custa R$ 28 e dá pra dividir. Entre os pratos, as massas custam em torno de R$ 18, e, apesar de serem porções individuais (não rola de dividir), são opções um pouco mais elaboradas, como talharim ao molho de funghi. Tem também opções de saladas e sanduíches.

No domingo tem café-da-manhã até as 13h30, cheio de frutas fresquinhas, docinhos e pães gostosos. Isso é outra vantagem: como logo no andar de baixo tem uma quitanda, os sucos e as frutas são muito frescas. O suco de tangerina custa R$ 4 e a água de coco, R$ 3.  Ah! E tem pastel também, grandes e com muuuuuuuuuuito recheio, vale super a pena. Não lembro exatamente quanto custa, mas deve ser uns R$ 4. 

O atendimento é bastante simpático, mas o melhor é fugir dos horários de pico porque a equipe é pequena e eles não dão conta… O público é sempre bem alternativo, misturando professores de yoga a turmas de amigos descolados.

UPDATE!: Ao contrário do que tinha escrito antes, as outras duas unidades do Quitanda – Pinheiros e Lapa – têm comidinha também. Inclusive a Bia já tinha escrito sobre o de Pinheiros! Sorry, Bia, comi bola! De qualquer forma, acho que as duas unidades têm serviços diferentes, então vale conhecer todos…

Serviço
Quitanda Gourmet – unidade Vila Madalena
R. Medeiros de Albuquerque, 352, Vila Madalena, São Paulo – SP
Tel. 11-3042 4662

Mari Tavares

Trabalhar na região do Itaim é uma coisa que pode ser infernal ou genial – depende do ponto de vista. Em termos gastronômicos, o lado bom são as várias opções de restaurantes e padarias, mas o lado ruim é o preço, em geral um pouco salgado para refeições que não mereciam uma parte tão gorda de nosso suado salário…

Uma opção interessante é o restaurante Abadia. Não é exatamente barato, mas a comida é muito gostosa. Funciona no esquema de quilo, sempre com ótimas e variadas opções de salada (os molhos são deliciosos!), carne para os carnívoros, coisas vegetarianas para os vegetarianos, arroz, feijão e – uma coisa que me conquista – todo dia tem opção de peixe. Em geral tem também alguma coisa gordurenta e deliciosa, como pastel, batata frita, bolinho de arroz e coisas do tipo. Eu como pouco, em geral gasto uns R$ 8 e como bem; quando estou em dia ‘ogra’ de ser, gasto uns R$ 12.

Entre as bebidas, os sucos custam R$ 3 e a cerveja R$ 4 – mas ninguém aqui vai beber em horário de expediente porque somos funcionários exemplares, né minha gente? Agora, o melhor mesmo é a salada de fruta. A melhor que eu já comi na vida. Não é aquela coisa insossa de um monte de pedaço de fruta picada e jogada de qualquer jeito. Não não não. Eles colocam as frutas numa taça e regam com um suco, acho que de laranja ou coisa do tipo, fica de-li-ci-o-so. Custa R$ 4, 20. Tem também a opção com sorvete, que fica um pouco mais caro (R$ 6). Pra quem quer chutar o balde, tem opções de tortas doces, brigadeiros (aqueles grandes e gordos) e até petit gateau. E tem aquele sistema de que a cada refeição você ganha um cupom – lá eles chamam de ‘indulgência’, brincando com o nome do restaurante -, ai você junta 10 e troca por alguma coisa, que pode ser a própria sobremesa. Dica: fugir do horário de pico – entre 13h e 14h – porque o lugar fica insuportavelmente cheio.

Ah! E aceita VR!

Serviço
Abadia
R. do Rócio, 25, Itaim Bibi, São Paulo – SP
Tel.: (11) 3044-4975

Mari Tavares

Essa é para os simplistas. Ou para os sem-frescura. Ou para os que realmente encarnam no espírito PobreTambémCome aqui na região do Brooklyn.

Do lado das torres do WTC e do shopping D&D fica escondido o Clube Atlético Reinaldão. Mas não vai achando que é algo do tipo o Pinheiros, tá? É um clube de bairro, onde os locais se encontram pra jogar um futebolzinho no fim do dia e pra beber cerveja depois. Eis que, há alguns meses, a freqüência de transeuntes na rua aumentou e bateu a curiosidade: por que esse entra e sai de gente por esse portão? Nossa fonte culinarista de renda controlada (leia-se: taxista do ponto da rua) informou que lá dentro, na cantina do clube, havia se instalado um portuga que era o Rei do Peixe Grelhado. E que ele cobrava R$ 10 a refeição.

Meu chefe, que vive na praia, foi testar e disse que era isso mesmo. O portuga, seu Joaquim, trabalha com pescados há 20 anos e tem um fornecedor exclusivo que garante a procedência dos peixes. A princípio, a simplicidade abre as portas da desconfiança. Porém, sentar em um pequeno pátio com árvores num dia bonito para um refeição é mais que convidativo. E o agradável aroma de peixe grelhado pra quem gosta de peixe grelhado é melhor que Biotônico Fontoura. As opções disponíveis são peixe (anchova ou tainha) ou carne vermelha (picanha bovina ou costelinha de porco). Fui na anchova, que veio inteira só pra mim, com muito alho e muito azeite português. De guarnição, veio uma saladinha bem básica de alface + tomate, arroz e batata-frita. Tudo fresquinho e bonitinho. Pedimos também um suquinho de laranja pra acompanhar. No total, R$ 11 pra cada pessoa. Se fosse costelinha, sairia um pouco mais caro, R$ 14.

Vou falar, de novo, que é tudo bem simples. Mas é ótimo pra sair da rotina de comer comida pronta ou no quilo mais próximo.

Serviço
Clube Atlético Reinaldão
R. Arizona, 1554, Brooklyn, São Paulo – SP
(travessa da Av. Luis Carlos Berrini, perto do shoppind D&D)

Natalli Tami

Em MInas Gerais a vida é assim: uma eterna competição para ver quem ingere mais gordura e carboidrato. É de se espantar que, além das barraquinhas de yakissoba aqui em São Paulo, nenhum mineiro com tino para negócios tenha pensado em fazer barracas de tropeiro. Ia vender pencas. Eu comeria.

Pois bem, isso quer dizer que tropeiro é tipo o yakissoba de BH. No domingo passado, FIZ CONTATO com três. Antes de começar, vamos explicar no que consiste o tropeiro.

Se você pensou que era apenas um tipo de feijão… engano seu. O prato completo inclui o feijão com farinha, arroz, couve, torresmo, pedaços de lingüiça/carne/frango (depende de quem faz), ovo frito (que o Alexandre e a Simone chamam de zolhudo ou algo assim, então deve ser o jeito que o povo chama o ovo frito por lá) e às vezes pedaços de tomate. Ou seja, PF, né, pessú?

Um deles foi no Mineirinho, onde acontece uma feira de artesanato com uma giga praça de alimentação – a barraca que eu fui acho que chamava Barraca do Mexidão, algo assim. R$ 5, o pequeno, R$ 8 o grande – que eu me lembre. Com frango, pouca lingüiça, e achei que tinha arroz demais (pedi menos e mesmo assim veio um montão). OK. Acho bom ligar antes para saber se vai ter feirinha, eu acho que é todo domingo mas não tenho certeza.

Do lado de fora do Mineirão, nas barracas ao redor do estádio: R$ 4. Bem salgadão, com carne. Como era o mais trashão, foi o que eu achei com cara de mais saboroso – mas não sei se agüentaria um inteiro.

E finalmente o legítimo tropeirão do Mineirão. Comprei na lanchonete Bar 23 (acho que era isso), a do portão 7A – lá dentro mesmo – por R$ 6. Não gostei da carne vir inteirona – eles entregam uma colher para você comer, e acaba que você tem que pegar o bifão com a mão, mesmo… não me aventurei. Tem pedaços de tomate com uma aparência esquisita, porém gostosos. Uma parte do desafio é justamente comer aquele rangão em pratinho de plástico sentado na arquibancada do estádio com uma colherzinha. Isso sim é coisa para craque!

Serviço (vou dar o endereço do Mineirão, o Mineirinho fica ao lado)
Mineirão
Avenida Antônio Abrahão Caram, 1001, Pampulha, Belo Horizonte – MG.

Jorge Wakabara

Precisei almoçar por aqui em Pinheiros mesmo e me deparei com o Reserva Pinheiros, que eu sempre achei bonitinho-simpático-um-dia-farei-um-happy-hour-aqui e FIZ, MINHA GENTE, FIZ? Não fiz, né, claro, a gente geralmente promete essas coisas bobas tipo “no-meu-próximo-salário-compro-um-cinto-preto-que-eu-tô-precisado” e acaba comprando um estampado com o Tony Jr e acaba o dinheiro. ENFIM.

Cheguei à conclusão que aquela era a melhor oportunidade de sentar no Reserva e conhecê-lo sem ficar esperando uma remota possibilidade de happy hour nas cercanias de Pinheiros que não seja no Genésio, em dias de bolso mais cheio, ou no REAL, em dias de bolso vazio.

Comecemos pelo mais importante: a COMIDA! Existe no cardápio uma seção ALMOÇO ECONÔMICO, que consiste em salada + alguma carne + arroz branco ou “temperado” (that means alho poró) + outra guarnição. Acho que tinha sobremesa incluída também, mas eu sou tão lesado que fui embora sem perguntar. Bom, na minha terra isso chama PF, mas se eles querem chamar de AE, eu não me importo. Principalmente porque é tudo bem feitinho e muito gostoso: a salada tem alface, tomate e cenoura; pedi um filé de frango bem passado e ele veio ao ponto, tudo bem, mas tava bem saboroso; na guarnição optei por um purê de abóbora, que na verdade estava mais para creme mas nem por isso deixava de ser uma delícia, temperadinho na medida.

A decoração do lugar é, digamos… interessante. Tijolo aparente, máquinas de escrever antigas na parede e… um farol de trânsito num canto. Oi? Vai saber. A conta deu R$ 12 e alguma coisa, com refri. Valeu super, paguei feliz – eu, que tava acostumado com PF caro do Itaim, achei LINDO.

Serviço
Reserva Pinheiros Grill & Bar
R. dos Pinheiros, 754, Pinheiros, São Paulo – SP.
Tel. 11-3062 7113

Jorge Wakabara

Primeiro, todo mundo cantando comigo:

Ai, que lindo, né, gente? Tinha esquecido o quanto gostava dessa música.

Tá, então, tô aqui para falar de comida, né? Faz um tempo que eu queria falar do Smoky Jô mas eu queria voltar lá antes para conferir os preços e tudo e tal. Fomos eu, Gutierrez e Tata nesse sábado à tarde.

Bom, é sempre uma delícia comer lá. O Jô em si te atende e é superatencioso. A produção das carnes defumadas é caseira e é tudo uma delícia. Eu comi a Feijô (vem a cumbuquinha de feijoada, couve e arroz – R$ 15 aos sábados), a Tata pediu um pastrame e o Gutierrez pediu o prato mais caro, que é uma carne (no caso dele, pernil) mais arroz defumado e uma salada (no caso dele, folhas verdes). Dá R$ 20 e pouco.

O mais legal do Smoky Jô são os molhinhos. Eu adoro. Ele deixa na mesa de três a quatro pimentas diferentes, mais um vinagre com damasco, mais um azeite com alho, mais um molhinho de ervas, mais… Ou seja, você brinca de temperar comida. Eu fico pingando de um tudo no meu prato, fazendo experimentos, me divirto pencas.

Sugestões bacanas: como sobremesa, vale pedir uma pinguinha – tem várias, muito gostosas – ou o abacaxi curtido na jurupinga, que já virou clássico do lugar. O Jô também é freqüentado no almoço durante a semana pelo povo que trabalha em Pinheiros – uma ótima alternativa, mesmo.

Serviço
Smoky Jô
R. Mourato Coelho, 25, Pinheiros, São Paulo – SP.
Tel. 11-3061 1085
http://smokyjo.zip.net/

Jorge Wakabara

Tokyogaqui é uma exposição superbacana que está acontecendo no Sesc Avenida Paulista. É para se divertir: tem aquelas máquinas de dancinha, videogame, vídeo para aprender coreografias pop japonesas, karaokê… Bom, e o que isso tem a ver com os PobresQueTambémComem?

Muito! O Sesc é tão foda que incluiu um cardápio japonês na Comedoria de lá! Lembra que a gente comentou sobre a Comedoria do Sesc Pinheiros? Pois é, o da Avenida Paulista também tem a sua. E, por causa da Tokyogaqui, eles prepararam um cardápio especial com sushis! É tudo bem baratinho, casa prato custa cerca de R$ 7.

Mas o MAIS LEGAL DE TUDO é que no dia 01.05, feriado do Dia do Trabalho, eles chamaram um chef que relê conceitos da cozinha japonesa para fazer dois pratos especiais, cada um custando R$ 18! Deve ser uma delícia: tem costela de porco no missô com vários acompanhamentos em um, e sushi empratado (oi? Não sei o que é isso mas me soou como uma coisa gostosa) com arroz temperado com peixe, ovas, nabo e wasabi no outro. Inclui chá quente ou gelado! Vai rolar no dia 02.05 também, e tem vendas antecipadas na unidade do Sesc. Se eu fosse vocês, eu ia – eu estarei em Belo Horizonte nessas datas, CHUINF, então vá por mim e me conta depois!

Serviço
Cardápio especial Tokyogaqui @ Comedoria do Sesc Avenida Paulista
Av. Paulista, 119, 15º andar, metrô Brigadeiro, Paraíso, São Paulo – SP.
Tel. 11-3179 3700 / 0800 118 220
www.sescsp.org.br

Jorge Wakabara

Post curto – eu acho… Para quando estiver nos Jardins sem muito dinheiro, com pouco tempo e vontade de comer bem. O Anis é aparentemente só um café, mas ao subir a escada, há um ambiente pequeno, mas agradável, com mesinhas e buffet. O cardápio varia bastante: além do trivial – arroz, feijão, salada etc – já comi lá purê de banana (é estranho se você não gosta de banana na comida, mas é muito bem feito), filé ao molho de funghi e frango com molho de gengibre e mostarda, por exemplo. Também tem fruta. Sucos e refrigerante.

Olhando o site deles, descobri que o cardápio é desenvolvido pela nutricionista Elizabeth Kimura Vazzolla, a dona Beth, que sempre está por lá. Também descobri que dá para pedir pratos (salada+grelhado etc), mas o bacana é o buffet, né? 

Se só comer salada, custa R$ 12. Com os pratos quentes, R$ 16. O café é ótimo e vale pedir para completar o almoço. É melhor ir até 13h30, porque a comida vai acabando e nem sempre há reposição.

Serviço
Anis Café
R. Padre João Manuel, 889, Jardins, São Paulo – SP.
Tel. 11-3062 3274
www.anisrestaurante.com.br

Maíra Goldschmidt

Vila Madalena hoje virou sinônimo de bares lotados, trânsito, chopp caro e pessoas com estilo duvidoso, certo? E o que preconceituosamente chamamos de “moemização” da Vila Madalena é um fenômeno irreversível que já dominou as principais imediações do bairro, certo? Errado. Num dos poucos espaços ainda não explorados do bairro, existe o simpático e discreto Sabiá.

Eu sinceramente já estava cansado de todas as opções que apareciam. O mesmo chopp, o mesmo papo, a mesma decoração e a mesma cortina de fumaça engordurada de picanha na chapa. Picanha é bom, eu concordo. Mas não há nada mais desagradável que ficar com o cabelo cheirando a picanha na chapa. Nada mais deselegante, na minha opinião.

O grande barato do Sabiá é o ambiente clean (não há nem letreiro na porta) sem ser despojado-pretensioso-chic. É simplão mesmo: mesas de madeira com toalhas brancas, paredes brancas, piso avermelhado e portas e janelas de vidro grandonas. O que contrasta com seu público, sempre bem eclético, que varia das patricinhas perdidas ao povo do samba (que estava presente da última vez que estive lá). É o lugar pra levar o date, o pessoal do trabalho, os amigos antenados e até mesmo seus pais num sábado à tarde.

O cardápio é recheado de comidas bacanas e simples. Comida de botequim de verdade. Porções de moela, língua, além dos tradicionais pratos como a feijoada e a vaca atolada (carne saborosa num caldo suculento, arroz e couve refogada). Optamos pelos sanduíches, todos no pão francês, que além de deliciosos, possuem um preço sensacional. Destaque para o sanduíche de bife à milanesa com salada de agrião e tomate. Com R$ 20 você consegue comer bem e ainda tomar dois chopps bem gelados. o que significa que com os outros R$ 20 você pode ficar a vontade para experimentar um outro drinque ou a deliciosa empadinha (nas versões camarão e palmito) que saem por R$ 3,50 cada.

O Sabiá já virou minha opção de boteco-com-chopp da Vila. Tenho ainda muito o que explorar no cardápio (e acreditem, vai demorar um certo tempo devido a variedade de opções). Se pá, cola lá.

Serviço
Sabiá
Rua Purpurina, 370, Vila Madalena, São Paulo – SP.
Tel. 11-3816 1872/4508 3554
Aceitam dinheiro, Visa, Mastercard

João Marcelo