Archive for the ‘Pinheiros (sem ser V. Madalena)’ Category

Que vergonha… Já completamos 1 ano de blog há meses, e até hoje não terminamos de publicar os posts comemorativos… Ai ai…
Hoje, pra encerrar Sampa, a lista de restaurantes em São Paulo de R a Y.

R
Reserva Pinheiros Grill & Bar
Ritz
Rong He
Rosima
Roteiro no Centro de São Paulo
Rubi Café

S
Sabiá
Sabor Mate
Sacolão de Higienópolis
Santa Clara Batataria
Santo Grão
Santo Grão na Livraria da Vila
São Paulo Restaurant Week
Satya Mandir Bistrô
Sinhá
Smoky Jô
Suco Bagaço
Sukiyaki House
Suplicy Cafés Especiais
Sushi Kiyo
Sweet Heart

T

Tai Chi Guiozaria
Temakeria & Cia.
Temakeria Narita
Tolloco’s Taqueria
Tulha

V
Vanilla Caffe
Veloso Bar
Via Augusta Natural
Vó Sinhá

Y
Yamaga
Yellow Giraffe

Mari Tavares

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Continuando nossa série de posts de comemoração, ai vão todos os restaurantes de Sampa City deste nosso primeiro ano de vida – só de A a C, porque foram muuuuuuitos, então vamos ter que dividir por blocos!

São Paulo

A
A Lareira
Abadia
Acrópolis
Alvarenga’s Bar
Amazon’s Coffee
Amsterdã Bistrô & Café
Andaluza
Aniello 1
Aniello 2 (Jorge é tão lesado que fez o primeiro post e me ajudou a fazer o segundo sem lembrar que já tinha feito um post sobre esse restaurante!)
Anis Café
Arabesco
Athenas Café

B
Bar do Biu
Bar do Elvis
Bar do Museu
Bar Leblon
Bella Gula Fast Bistrô
Bella Paulista
Benjamin Abrahão – Mundo dos Pães
Bistrô Charlô (não se iludam, o preço tava acessível só porque era comemoração de 20 anos do restaurante)
Blú Café
Burriteria

C
Ca’d’Oro
Cachoeira Tropical
Café Árabe
Café Florinda
Cantina D’Angelo
Cantinho Goiano
Carrinho de churros no Metrô Saúde
Casa do Norte – Cantinho do Martinho
Casa Líbano
CB Curry House (parece que não está mais aberto! Ainda aguardamos notícias sobre possíveis reinaugurações)
CBzinho
China Massas Caseiras por Jorge Wakabara
China Massas Caseiras por Natalli Tami
Churrascaria e Lanches Estrela
Clube Atlético Reinaldão
Côco, cravo e canela
Comedoria do Sesc Avenida Paulista
Comedoria do Sesc Pinheiros
Cremeria Nestlé

Próximo lote: São Paulo de D a K!

Mari Tavares

Gente, Jorge já fez um post sobre este restaurante há tempos atrás, mas informação nunca é demais, né… 

Ali no comecinho da Mourato, longe dos bares, perto da rua dos Pinheiros, tem um sobradinho que é o China Massas Caseiras. É um lugar bem simples e se você não olhar com atenção, vai passar reto achando que é qualquer coisa, menos um restaurante. Ah, e o lugar é super movimentado.

Como todo restaurante chinês (e italiano), os pratos são mais que bem servidos e a meia porção serve 2 pessoas fácil. O pastel é ótimo, é grandinho e não é exatamente um guiozá. Tem até uns recheios diferentes, mas eu e minha companhia de garfo votamos pelo tradicional (carne de porco). Uma porção com 6 pastéis roubou um pouco a cena do frango xadrez + arroz primavera que veio depois, mas não decepcionou ninguém.

A conta deu algo em torno dos R$25 pra cada, considerando 2 pessoas com fome, que pediram cerveja, porção de entrada e dois 1/2 pratos. E ainda dava pra levar o que sobrou pra casa, mas fomos preguiçosos.

Agora eu preciso voltar lá pra provar a tal da massa caseira, né?

Serviço
China Massas Caseiras
R. Mourato Coelho, 140, Pinheiros, São Paulo – SP
Tel. 11-3085 7111 (delivery)
Horário: De seg., ter., qui., sex. e sáb. das 11h30 às 14h40 e das 18h30 às 22h30 // Dom. das 11h30 às 15h30 e das 18h às 22h.

Natalli Tami

Perdido no meio da r. Mourato Coelho, o Aniello é um restaurante simpático, com cara de mercearia e ótimo para quem gosta de almoçar tarde: de terça a sábado, funciona do meio-dia à 1h da matina direto; na segunda, do meio-dia às 16h e no domingão não abre (horários estranhos, né?!).

No cardápio tem um pouco de tudo, desde sanduíches e saladas até massas e pizzas. A comida não é assim maravilhosa, mas é honesta e as porções servem super bem – dependendo da fome, dá pra dividir tranquilamente. Tanto o paillard com fettuccine como o capellini com camarão custam R$ 21,90 cada. A salada caprese, com mussarela de búfala, tomate, manjericão e alface, é R$ 15. Tudo bem simples, mas gostoso. 

Também dá pra ir só pra beber coisinhas e comer petiscos. A caipirinha custa R$ 8,90; pra quem não bebe, o suco natural custa R$ 3,70. Tem várias opções de antepasto, queijos e outros tipos de frios. Lugar simples e tranqüilo, bom pra ir e ficar papeando.

Serviço
Aniello Bar e Mercearia
R. Mourato Coelho, 47, Pinheiros, São Paulo – SP
Tel. 11-3061 3213
www.aniellobar.com.br

Mari Tavares

Quando um restaurante tem tudo para ser mais um, eu prefiro ir várias vezes nele, até encontrar um desafio. Se ele passar, vem aqui para o PTC. Se não passar, continua sendo mais um. Hoje foi o dia do Rubi Café passar por essa provação. Com sucesso, claro.

Pra começar, o Rubi Café é um PF com nome bonitinho. Situado numa esquina, ele quase que passa despercebido, se não fosse a multidão que acumula na hora do almoço.

Da primeira vez que fui lá, pedi um bife à cavalo, que veio bem-servidíssimo. Na segunda, peixe ao molho de camarão, e confesso que nesse dia eles me ganharam. Aí, hoje, ah, hoje foi lindo!

O prato do dia era strogonoff, também conhecido como “minha comida preferida” ou “a comida mais fácil de errar”. É, porque é difícil achar um strogonoff bem-feito, sem substituições (palmito, milho, AZEITONA no lugar do champignon), com o creme de leite na validade etc… Nem peço pra flambar com conhaque, que isso só em casa. Pedi, sabendo que aquele seria o fator decisivo para continuar freqüentando o lugar. E eles não me decepcionaram! Não só ele era feito com a receita mais tradicional possível, como também vinha com champignon em grande quantidade. Aaah mulek!

O preço, vocês me perguntam. O preço é quase que irrelevante, de tão baixo. Hoje, por exemplo, o almoço com suco de manga saiu R$ 13,50. Geralmente, eu ainda consigo levar uma quentinha para o dia seguinte, porque vem muita comida. Ou seja, divida o preço final por dois e você garante dois almoços muito baratos.

Serviço
Rubi Café
Rua Cônego Eugênio Leite, 756, esquina com a Rua Artur de Azevedo, Pinheiros, São Paulo – SP.

Bia Bonduki

Lugares que oferecem boa comida a preços justos são ótimos. Já lugares que oferecem isso e um atendimento simpático, são de virar fã.

Com a Pizzaria Dona Maria foi assim. Passei na frente, achei bonitinho e peguei um cardápio, à disposição na porta. Numa noite de pouca comida em casa, liguei e pedi. Mas antes, um parênteses.

Estávamos sem dinheiro e só tínhamos cartão. Como alguns estabelecimentos levam a maquininha junto com a entrega, resolvi ligar e perguntar. Eles não faziam isso, mas, ao invés de mandar um “não faz” e desligar em seguida, o moço que me atendeu explicou porque não e deu outras sugestões de pagamento. Em seguida, tirou meu pedido e disse que em dez minutos eu podia passar para pegar (e pagar no débito no salão mesmo). No caminho, ainda ligaram para o meu namorado para avisar que a pizza estava pronta. Já achei ótimo.

Na hora de comer, mais detalhes incríveis: a pizza vem acompanhada de um saquinho com alho torrado, a azeitona é verde e gordona (e não aquela titica preta amarga), e o manjericão vinha aos montes. Na caixa da pizza, uma poesia impressa. Um capricho só.

Pedimos uma pizza grande, meia-calabresa, meia-marguerita, mais uma coca de dois litros, e tudo ficou em R$ 19,00 – menos de R$ 10 para cada.

O site tem mais informações e, inclusive, eles servem um almoço preparado por uma nutricionista e um chef internacional. Vou provar e conto para vocês.

Serviço:
Dona Maria Pizzaria
R. Joaquim Antunes, 1026
Pinheiros – São Paulo – SP
Tel: 3819-1282 / 3813-0036 / 3031-1054
www.donamariapizzaria.com.br

Bia Bonduki

Once upon a time o meu orgulho pinheirense se agigantou quando o casal 20 Verônica Veloso e Rodrigo Mourão me levaram para comer num lugarzinho perto do Largo da Batata, na Ferreira de Araújo, de comida nordestina. Era tipoassim o melhor PF da minha vida, com o melhor tempero e tudo o mais, por… R$ 6. Eu juro. O responsável pela façanha era o Miltão, que já tinha sido chef e decidiu abrir um restaurantezinho, assim, como quem não quer nada, tipo “vou jogar pérolas aos porcos”.

Nessas, muito tempo se passou. Eu continuei sendo um pinheirense cheio de orgulho, mas nunca mais fui no Miltão. Cheguei a ensaiar, mês passado, e Rodrigo até me passou o telefone de lá mas me avisou que o Miltão em si não cozinhava mais – a mulher dele ficou no seu lugar, sabe-se lá o porquê. O mundo gira, a Lusitana roda e eu agora trabalho na Abril, portanto do lado da Ferreira de Araújo. E assim, reconhecendo a área (AFINAL, EU SOU DA ÁREA, PÔ), reconheci também aquela portinha da esperança.

Menos enrolação, mais informação: realmente é a mulher do Miltão, uma cearense, quem assumiu a cozinha – eu esqueci o nome dela, desculpaaa, mas ela é uma fofa. Segundo o Alexandre, ela também tem ouvido de tuberculoso: converse qualquer coisa baixinho na mesa e ela vai dar a sua opinião, lá do fogão. Adoro! HAHAHA Simpática e falante, ela fica sozinha, servindo as mesas (que na verdade são poucas, somente três), lavando os pratos. São mais ou menos três opções de pratos por dia, todos bem baratos, todos “temáticos” de comida nordestina. De sábado, por exemplo, tem o XINXIM DE GALINHA (que eu nem sei se gosto, mas aprecio muito o nome, é instigante). Tem outro dia que eu não lembro com o nhoque de macaxeira (ou aipim, ou mandioca, depende de onde você nasceu, né?!).

Comemos baião de dois com carne de sol e macaxeira com manteiga de garrafa. O baião de dois tava seco – ela esquentou no microondas – e com isso, não deu pra apreciar muito. Da próxima vez vou pedir para ela esquentar na panela – sério, acho que ela não vai ver problema com isso, e a comida deve ficar bem mais gostosa. A macaxeira ficou boa (como disse o Lê, difícil alguma coisa ficar ruim com manteiga de garrafa!), e a carne de sol também.

Mas o melhor é a hora da conta! Ai, que delícia dar uma nota de R$ 10 e ver troco!

Obs.: a mulher do Miltão comentou que ele está pensando em preparar escondidinho congelado para vender lá. VAMOS FAZER UM ABAIXO-ASSINADO.

Serviço
Miltão (porque na verdade o lugar não tem nome!)
R. Ferreira de Araújo, quase esquina com a R. Sumidouro, uma portinha com umas mesinhas dobráveis de ferro – desculpa, pessoas, eu tenho o endereço certinho mas deixei em casa e tô na casa dos meus pais!
Atenção: só abre na hora do almoço, de segunda a sábado!

Jorge Wakabara

Precisei almoçar por aqui em Pinheiros mesmo e me deparei com o Reserva Pinheiros, que eu sempre achei bonitinho-simpático-um-dia-farei-um-happy-hour-aqui e FIZ, MINHA GENTE, FIZ? Não fiz, né, claro, a gente geralmente promete essas coisas bobas tipo “no-meu-próximo-salário-compro-um-cinto-preto-que-eu-tô-precisado” e acaba comprando um estampado com o Tony Jr e acaba o dinheiro. ENFIM.

Cheguei à conclusão que aquela era a melhor oportunidade de sentar no Reserva e conhecê-lo sem ficar esperando uma remota possibilidade de happy hour nas cercanias de Pinheiros que não seja no Genésio, em dias de bolso mais cheio, ou no REAL, em dias de bolso vazio.

Comecemos pelo mais importante: a COMIDA! Existe no cardápio uma seção ALMOÇO ECONÔMICO, que consiste em salada + alguma carne + arroz branco ou “temperado” (that means alho poró) + outra guarnição. Acho que tinha sobremesa incluída também, mas eu sou tão lesado que fui embora sem perguntar. Bom, na minha terra isso chama PF, mas se eles querem chamar de AE, eu não me importo. Principalmente porque é tudo bem feitinho e muito gostoso: a salada tem alface, tomate e cenoura; pedi um filé de frango bem passado e ele veio ao ponto, tudo bem, mas tava bem saboroso; na guarnição optei por um purê de abóbora, que na verdade estava mais para creme mas nem por isso deixava de ser uma delícia, temperadinho na medida.

A decoração do lugar é, digamos… interessante. Tijolo aparente, máquinas de escrever antigas na parede e… um farol de trânsito num canto. Oi? Vai saber. A conta deu R$ 12 e alguma coisa, com refri. Valeu super, paguei feliz – eu, que tava acostumado com PF caro do Itaim, achei LINDO.

Serviço
Reserva Pinheiros Grill & Bar
R. dos Pinheiros, 754, Pinheiros, São Paulo – SP.
Tel. 11-3062 7113

Jorge Wakabara