Archive for the ‘bar’ Category

Existe de um tudo nessa vida. Inclusive, existe restaurante sueco em Fortaleza.

Oi? Heim?

É, meu bem. Eu disse sueco. O Pinguim Bar, que fica na região da Praia de Iracema, vende legítimos (e esquisitos) pratos suecos. E claro que eu ia deixar para comentar sobre ele quando já tivesse comentado todas as minhas sugestões para comer em Fortaleza, né?! Tipo save the best for last. Mesmo porque o Pinguim foi o último restaurante que eu visitei nessa minha estadia – para quem não acompanhou e não sabe, estive em Fortaleza cobrindo o evento de moda Dragão Fashion.

Voltando ao Pinguim: lá, existe um clima “varandão” com algumas cadeiras e mesas de vime, e outras mais “cara de restaurante”. Fui com o Roberto – que não se aventurou a comer – e pedi um Pepperbeef. Trata-se de um bifão enorme com umas batatas sauté (é assim que escreve?). Por cima do bife, um molho rosinha bem apimentado – acho que era pimenta do reino, mesmo, tinha o maior gostão forte.

Ou seja, dá para dividir em dois (deixei metade) e custa R$ 22. Mas-porém-todavia-contudo o prato que eu não tive coragem de experimentar mas que você deveria ter é o PANKOKA.

No Pankoka eles simplesmente misturam bacon, sorvete e blábar. Pois é, você já estava achando estranho comer sorvete com bacon, mas isso é porque você não sabe o que é o tal do blábar. Eu pedi uma colherada para experimentar. Parece uma geléia feita com alguma fruta (tem gosto de amora), bem docinha.
COM BACON! DIGA AÍ SE NÃO É ESQUISITO?!

A fofa do Pinguim também me deu outro negócio docinho para experimentar que chamava… Conchinchinlinch? Chanclich? Clinchclinchclonch? Sei lá, gente, era uma coisa com nome bizarrinho – não vi no cardápio – e gosto bem igual ao do báblar, feita com outra frutinha megaparecida com amora, e que provavelmente também é servida com sorvete e BACON!

(procurei por blábar na internet, parece que é megatradicional na Suécia e que eles tomam uma sopa de blábar tipo os paraenses comem açaí)

Para quem ficou interessado na Pankoka, a versão menor custa R$ 5. Da próxima vez eu juro que experimento. Ah: e acho que no Pinguim também deve ser supergostoso tomar uma cervejinha.

Serviço
Pinguim Bar
Av. Monsenhor Tabosa, 1137, Praia de Iracema, Fortaleza – CE.

Jorge Wakabara

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A Briza disse que o lugar parece com uma caixa de Purina, porque é todo quadriculadinho de branco e vermelho por fora, mas eu curti então vou falar dele mesmo assim. HAHAHA Fomos eu, ela e João em busca de algum lugar e acabamos parando lá no Brazão – eles já tinham ido e acharam a caipirinha barata (era mesmo, acho que uns R$ 5 ou menos). COMO ESSAS COISAS DE ÁLCOOL SÃO FUNDAMENTAIS, esse item foi de extrema importância para a nossa decisão. RISOS.

Eu dividi um prato que tinha carne de sol e baião de dois com o João e a Briza comeu um com filé de carne normal. É bem gigantão. Que eu me lembre também tinha farofa. Incluindo as bebidinhas, cada um pagou uns R$ 20 e poucos. Achei bem justo porque comi bem, estava gostoso e de fato saí levemente bêbado.

Detalhe bem legal e importante: o restaurante é 24 horas! E pelo que reparei, tem gente que vai no Brazão para beber cerveja, mesmo, então vale a dica como bar também.

Serviço
Brazão
R. João Cordeiro, 43, Praia de Iracema, Fortaleza, CE.
Tel. 85-3219 9795‎

Jorge Wakabara

Já falamos dele aqui, sim senhor. O Beirute é um dos lugares mais tradicionais da capital do país, e é um dos lugares que eu iria sozinho tranqüilamente – odeio sair sozinho para comer ou beber, mas tem algo ali de tão instigante e tanta gente diferente que eu me distraio pacas só observando.

(Não fui sozinho ontem, a Fernanda Ferrugem e alguns dos jornalistas de outros estados que estavam cobrindo o CFW foram comigo!)

O Beirute existe desde 1966 – acho, é algo assim. Por lá iam os intelectuais e artistas da cidade, e o bar (eu considero mais boteco do que bar, só vou chamar de bar por causa do tamanho) acabou virando um point que não é exatamente hypado, mas é o lugar. Sabe a avenida principal da cidade de interior, onde todo mundo à noite para se encontrar & conversar & relaxar? Em Brasília ninguém anda na rua, mas o Beirute resolveu o assunto. É lá que você vai encontrar todos os seus amigos bacanas de Brasília antes de ir para a balada. E não precisa combinar, não: é uma regra.

O famoso Kibeirute, que tem queijo dentro (e a turma da Ana Laura chama carinhosamente de Ki-tolete) custa R$ 4,50. A breja é de garrafa – oba – e tem outras coisas para comer por lá também. Mas acho que o forte do Beirute é: 1) ter cerveja BEM gelada, 2) a freqüência. Você vê casal careta do lado de drag queen, grupos de universitários, moderninhos, gays de todas as idades caçando (muita gente considera o Beirute um bar gay mas eu não concordo, acho bem misturado – por causa dessa fama ele ganhou o apelido de Gayrute).

O Beirute fecha às 2h, impreterivelmente. Portanto, não tente aparecer por lá às 3h: o garçom já vai ter ido embora. Depois de lá, você pode ir pro Dulcina, pro Landscape ou pro Espaço Galleria – aliás, é pelas mesas que você vai descobrir qual vai ser a festa mais legal da noite.

Vou colocar o serviço aqui embaixo, mas não precisa anotar: todo mundo sabe onde fica.

Serviço
109 Sul, bloco A, lojas 2/4, Brasília – DF.
Tel. 61-3244 1717

Jorge Wakabara

Já o citamos pelo menos duas vezes por aqui (+ especificamente: aqui e aqui). Mas, ao mesmo tempo, talvez porque seja caro, ninguém da nossa turma realmente reconhece que o Exquisito é um QG.

Mas é, né, gente?! Vamos combinar.

Bia, por exemplo, adora a porção de nachos de lá. É boa mesmo. O negócio é pedir uma porção de nachos para três – não o faça em momento ogro, você vai morrer de fome, a porção de nachos é caprichada mas é cara e só serve para dividir naquele momento tira-gosto – e tomar uns dois mojitos. O mojito é delicioso, mas não rola ficar tomando de montão, porque a sua conta vai virar um montão também.

Quer ficar bêbado? Vai para o Amarelinho encher a cara e não amola.

O Exquisito também tem vááários pratos, saladas, coquetéis etc. A maioria puxa para um lado “cozinha da América Latina”. Para quem quiser algo + caprichado… a gente só tá avisando antes porque não é barato mesmo, tá? Mas parece que vale a pena, as pessoas costumam falar bem das comidinhas de lá.

Obs.: pelas minhas contas, dividindo os nachos e com dois mojitos, você vai desembolsar uns R$ 30. Se eu estiver errado, me avisem.

Serviço
R. Bela Cintra, 532, Consolação, São Paulo – SP.
Tel. 11-3151 4530
www.exquisito.com.br

Jorge Wakabara

A gente costumava freqüentar mais, né? O Bar Leblon, que fica perto do Exquisito, é tipo filhote do Filial, sabia? Pois é: diz que é um ex-gerente do bar da Vila Madalena que toca o lugar simpático.
Desde o chão, que imita a calçada do bairro carioca, até um mapa na parede que reproduz Leblon, Ipanema e Copacabana, o clima tenta remeter à Zona Sul do Rio. Eu curto, na verdade, porque é um pouco mais barato que o Exquisito e costumava ser bem menos cheio… hoje em dia, o negócio é ir de dia de semana, e de preferência cedo. O Leblon tá lotando – sorte dos donos, azar o nosso, que agora tem que enfrentar fila de espera.
O legal do Leblon é que dá super para comer. Quando estou com “meia fome”, eu costumo comer o saladão que vai alface, palmito + outras coisinhas (não peça a de rúcula com mussarela de búfala, é beeem menor). Pros momentos “ogrinho”, peça o prato com arroz, feijão e carne seca com queijo coalho e mandioca (acho que é mandioca… ou é pamonha?). É uma delícia é custa um pouco menos de R$20.
Gosto das caipirinhas de saquê, também, que é gostosa e num preço superhonesto (acho que R$ 11, por aí). Só não me venha com a caipirinha de saquê com fruta vermelha – maiores drinque de mulherzinha, ninguém consegue tomar inteiro de tão docinho. Blergh.
Outros pontos positivos: o garçom e o público – desencanado e misturado, já vi de J. Pig a Marina Person e Badauí por lá. Q? A localização também é ótima – pertíssimo da Augusta porém mais sossegado, e se der uma animada dá para ir dançar PIXIES na FUN HOUSE e relembrar the old times.

Ah, sim, porque a Fun House continua na década de 2000.

Serviço
Bar Leblon
R. Bela Cintra, 483, Consolação, São Paulo – SP.
Tel. 11-3237 0151
www.barleblon.com.br

Jorge Wakabara

Existe uma rixa clássica no mundo dos que tomam cerveja na Vila Madalena: os que gostam do Filial e os que preferem o Genésio. Eu sou adepta do segundo, e é sobre ele que vou discorrer – apesar de todos nós sabermos que, independente da escolha, o bolso pra onde vai seu suado dinheirinho é o mesmo. Ou seja: é tudo dos mesmos donos.
 
Antes de tudo, é importante ir preparado pra enfrentar um dos piores atendimentos da história, com garçons pra lá de mal-humorados. Apesar disso, o Genésio é uma boa opção pra quem quer comer comida de verdade em horários mais avançados da noite, ou até pra almoçar num domingo de sol. As massas são bem gostosas e ficam em torno dos R$ 20. No inverno, vale a pena ir lá pra comer o capeletti in brodo, tipo uma sopa de capeletti muito boa, que vem numa porção generosa, esquenta e custa R$ 15. Dizem que tem um pato no buriti fantástico, mas isso eu nunca provei, então quem quiser que se aventure!
 
Os sanduíches também são gostosos, como o de carpaccio e o de gorgonzola com salame. Custam mais ou menos R$ 13. As sobremesas são boas, pra mim um dos principais quesitos no qual o Genésio ganha do Filial. Os clássicos são as taças de sorvete, que custam uns R$ 10; numa das opções, as vezes peço pra tirar o sorvete e fico só com uma taça gigantesca de morango com chantilly. Delícia! Meio caro pra um mero morango com chantilly, mas enfim…  
 
Ah! Bom pra ir com amigos e peguetes.  
 
Serviço
Genésio
R. Fidalga, 265, Vila Madalena, São Paulo – SP
Tel. 11-3812 6252
www.bargenesio.com.br

Mari Tavares

Esse post é para você, querido leitor, querida leitora, que teve 20 anos em São Paulo no ano 2000. Você, que foi em milhares de shows do Thee Butchers’ Orchestra. Você, que foi gongado pelo Máica Love na Lôca na época que a Lôca realmente era uma matinê de domingo. Você, que sabia quem era o Chuck do Forgotten Boys antes dele ser o Sr. Débora Falabella.

Confessem, queridos. No CBzinho vocês se sentem em casa.

Recomendo o croque monsieur com saladinha + cerveja: dá uns R$ 20, talvez um pouco mais. Não tem erro. Eles também servem pratos, um pouco mais caros. E como bom bar rocker, servem um monte de cerveja importada (TEM GUINNESS! O pint é R$ 15). Dá uma olhada no cardápio online!

E como rocker que é rocker não paquera, vá com um grupo de amigos, né? Ou com o peguete já garantido.

Obs.: caso você tenha se identificado muito com o primeiro parágrafo, prepare-se para se emocionar com a geladeira cheia de adesivos.
Obs. 2: eu nem pedi permissão para falar, mas não tô nem aí, vou falar do mesmo jeito. O CBzinho é um dos QGs da Adriane! Tanto que quando fui com a Laura ontem ela me perguntou: “Ei, aquela não é a Adriane?”. Não era, mas isso prova que mesmo ausente fisicamente, a alma de Adriane paira no local. Para reforçar, o post de hoje do blog da Adriane cita… O CBZINHO! Fãs da Adriane, freqüentem!

Serviço
CBzinho (ou Casa Belfiore, a original)
R. Souza Lima, 67, Barra Funda, São Paulo – SP.
http://www.cbbar.com.br/site/

Jorge Wakabara

Lembra do Kebab Salonu, que a gente adora? Ele é uma delícia, mas vamos combinar: ele não é muito barato para o bolso dos PobresQueTambémComem.

Meu amigo, minha amiga: seus problemas quase acabaram. A gente tem uma opção bem mais em conta ali pertinho: é só descer mais a Augusta e passar o Bar Verde (que as pessoas insistem em chamar de Ibotirama, mas para mim e para Mo ele chama Bar Verde e pronto). Na Fernando de Albuquerque tem o Kebabel!

A gente não acha que o kebab do Kebabel é tão gostoso quanto o do Kebab Salonu – ele é menor, inclusive, mas acho que mais parecido com o que você encontra no exterior. De qualquer forma, um kebab de kafta sai por… R$ 10,90! OBA!

No Kebabel não tem drinque de tangerina, mas rolam umas cervejas diferentonas – eu, como sou PobreQueBebe, pedi uma Bohemia mesmo e dane-se. A caipirinha é cara. Mas tem outro ponto positivo: ao contrário do Kebab Salonu, no Kebabel pode fumar! UFA!

E se você for, repara no lustre com talheres! Mó legal!

Serviço
Kebabel
R. Fernando de Albuquerque, 22, Consolação, São Paulo – SP.
Tel. 11-3259 1805
www.kebabel.com.br 

Jorge Wakabara

Bato o pé e compro a briga. É preconceito quem diz que a Galeria dos Pães é cara! Ela tem pinta de cara e é frequentada pelas pessoas mais mal-educadas do planeta, do tipo que não sabe nem dizer “obrigada”. Mas releve, porque vale a pena. 
 
Pra quem não conhece, a Galeria dos Pães é uma megapadaria 24 horas com três ambientes. No andar de cima rola o buffet de café da manhã, almoço (só durante a semana), chá da tarde e, das 18h as 5h, a sopa da noite. No inverno é fantástico se encher de sopa lá. De fim de semana, o brunch também é bem gostoso. Você paga R$ 18,50 e come à vontade – vale a pena ir com calma, chegar cedo e ir comendo aos poucos, devagar e sempre, pra fazer valer seu dinheiro. Até porque eles vão renovando as opções, então de repente chega bomba de chocolate, ai depois vem mini-sonho e por aí vai.
 
No andar de baixo, logo na entrada, tem um espaço enorme que é a padaria propriamente dita. Tem milhões de tipos de queijos e frios, pães, biscoitos, leite – coisas típicas de padaria. Como, de fato, a Galeria é um pouco mais chique, tem uma adega – é legal ficar passeando lá de vez em quando, só babando…
 
E aí, senhoras e senhores, chegamos na lanchonete. É lá que a mágica acontece. E é lá também que o nome do recinto se justifica: todos os sanduíches têm nome de artistas, como Goya e Rodin, o que faz dessa padaria uma “galeria”… Os sanduíches são grandes e gordos, alimentam bem, e costumam custar entre R$ 10 e 15. Agora, o maior argumento pra provar que a Galeria não é cara são as coisas mais bobas, como pão na chapa e café com leite. O Toddy gelado de lá é um dos melhores que existem. Junto com um croissant na chapa com requeijão, desembolsa-se uns R$ 5. Importante lembrar que é garantia de coisa boa, não aquelas padarias que você vê que o pão é velho, a chapa está nojenta de tão suja e a manteiga é gordura em forma pura. Entre os doces, o pão de chocolate é uma delícia, com recheio farto, e custa R$ 2,50. Só fuja de umas tortinhas em formas geométricas que ficam expostas junto com os pães: elas são extremamente enjoativas e com uma consistência meio estranha…
 
Então põe seu pé lá dentro sem medo de ser feliz!
 
Serviço     
Galeria dos Pães
R. Estados Unidos, 1645, Jardim América, São Paulo – SP.
Tel. 11-3064 5900
http://www.galeriadospaes.com.br
 
Mari Tavares

O ambiente é agradável, o serviço costuma ser bastante simpático e o público é bonito, apesar de ter gente muito novinha (mas muito mesmo. tipo a irmã mais nova da sua amiga, que até onde você lembra não tinha idade pra frequentar bar).
 
Mas isso não importa.
 
O que importa é que no Peixe Boi você bebe dois chopps e paga um. E come uns espetinhos muito bons por R$3,50 cada (o de queijo coalho é uma delícia, e os de carne vêm acompanhado por pão – nem sempre fresco -, vinagrete, farofa e maionese). E come variações de hambúrguer, cachorro quente e afins por um preço justo: o x-hot-dog custa menos de R$ 3.
 
Pra quem não bebe álcool, os sucos são ótimos. A única coisa que o PobreTambémCome nunca experimentou foram as sobremesas. Mas isso será resolvido em breve.
 
Serviço
Peixe Boi
R. Harmonia, 472, Vila Madalena, São Paulo – SP.
Tel. 11-3813 5734
 
Mari Tavares